Crise energética em Cuba: sete apagões em 2026 deixam Havana no escuro por mais de 30 horas Enquanto o bloqueio de petróleo imposto pelos Estados Unidos busca aumentar a pressão política sobre o regime cubano, a população enfrenta colapsos frequentes na rede elétrica e um racionamento severo que paralisa a capital. Havana enfrenta uma situação dramática de colapso energético após registrar pelo menos sete apagões gerais na rede elétrica desde o início de 2026, com interrupções no fornecimento de energia que já ultrapassam a marca de 30 horas consecutivas na capital cubana. A grave crise no sistema elétrico do país é agravada diretamente pelo bloqueio de petróleo imposto pelos Estados Unidos, uma medida de pressão máxima que tem como alvo central o governo da ilha, mas cujos impactos mais severos recaem sobre os cidadãos comuns. A repetição dos blecautes totais evidencia a extrema fragilidade da infraestrutura energética cubana, que sofre com a escassez crônica de combustíveis fósseis necessários para abastecer as termelétricas. Com o cerco econômico e a proibição do envio de suprimentos petroleiros, o regime enfrenta dificuldades intransponíveis para manter a geração de eletricidade estável, resultando em paralisações generalizadas que afetam serviços essenciais, o comércio, o abastecimento de água e a rotina de milhões de habitantes. Enquanto a estratégia de Washington aposta na diplomacia de força e no sufocamento econômico para enfraquecer a cúpula governamental em Havana, analistas apontam que a população civil permanece na linha de tiro da crise humanitária e energética. Os moradores da capital lidam não apenas com a incerteza do retorno da luz, mas também com a deterioração acelerada das condições básicas de vida, transformando o cotidiano em uma sucessão de privações em meio ao escuro e à falta de respostas de curto prazo para o colapso nacional.
Fonte: Economia SC







