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Vendas no comércio varejista têm variação de 0,1% em agosto

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Vendas no comércio varejista têm variação de 0,1% em agosto

Vendas no comércio varejista registram leve alta de 0,1% em agosto, aponta IBGE Após recuo de 0,8% no mês anterior, setor interrompe perdas impulsionado por produtos de informática e combustíveis, enquanto varejo ampliado recua 0,2%. O volume de vendas do comércio varejista brasileiro registrou uma variação positiva de 0,1% em agosto frente a julho, na série com ajuste sazonal. O resultado, divulgado nesta quinta-feira (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) por meio da Pesquisa Mensal do Comércio, marca a interrupção da queda observada no mês anterior, quando o setor havia registrado retração de 0,8%. Com o desempenho pontual de agosto, a média móvel trimestral para o varejo manteve estabilidade e registrou variação de -0,1% no trimestre encerrado em agosto, repetindo exatamente a taxa apurada no período concluído em julho. No acumulado do ano, as vendas do setor registram expansão de 1,7%, enquanto nos últimos 12 meses o avanço acumulado é de 1,6%. Em contrapartida, o comércio varejista ampliado — divisão que engloba as atividades de veículos, motos, partes e peças, material de construção e o atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo — anotou retração de 0,2% em relação a julho. O recuo ocorre após a alta de 0,5% vista no mês anterior, fazendo com que a média móvel trimestral do segmento ampliado volte a cair 0,3%, índice idêntico ao registrado em junho. Na avaliação setorial dentro do varejo tradicional, seis das oito atividades pesquisadas apresentaram desempenho positivo na passagem de julho para agosto. O principal destaque de crescimento partiu do segmento de equipamentos e material para escritório, informática e comunicação, que disparou 6,3% no comparativo mensal. Também exerceram influência favorável no índice geral as vendas de outros artigos de uso pessoal e doméstico, com alta de 1,4%, e de combustíveis e lubrificantes, com avanço de 1,1%. Em patamares mais brandos de crescimento, o levantamento apurou taxas positivas para artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (0,7%), tecidos, vestuário e calçados (0,6%) e livros, jornais, revistas e papelaria (0,2%). Por outro lado, duas importantes cadeias de consumo registraram perdas no período e impediram uma alta mais expressiva do varejo. O recuo mais severo ocorreu no segmento de móveis e eletrodomésticos, que fechou o mês de agosto com queda de 4,2%. A atividade de hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, que responde pela maior parcela do orçamento das famílias no comércio, também encerrou o mês no terreno negativo, com retração de 0,3%, contrabalançando os ganhos obtidos pelos demais setores econômicos.

Fonte: Últimas notícias agência Brasil

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