Resgate em Tijucas: força-tarefa flagra crianças e animais em situação de extrema vulnerabilidade no meio do lixo Ação conjunta entre prefeitura, Vigilância Sanitária, Conselho Tutelar e agentes políticos revela cenário de insalubridade extrema em terreno na cidade catarinense, onde três famílias dividiam o espaço com entulhos Uma força-tarefa formada por órgãos públicos municipais e autoridades de segurança flagrou, na cidade de Tijucas, em Santa Catarina, um cenário alarmante de insalubridade onde três famílias viviam em meio ao acúmulo de lixo e detritos, dividindo espaço precário com animais. A operação de fiscalização e resgate foi acompanhada de perto pelo vereador Júlio Cesar Bucoski, que esteve no local para verificar as condições em que os moradores, incluindo crianças, se encontravam. A vistoria foi realizada em um terreno do município após denúncias sobre as condições degradantes do local. Ao chegarem à residência, os agentes de segurança, fiscais da Vigilância Sanitária e representantes do Conselho Tutelar depararam-se com um ambiente severamente comprometido pela falta de higiene e organização, o que levou os participantes da força-tarefa a descreverem o cenário como semelhante a um cativeiro. O espaço era compartilhado por três famílias distintas, cujos membros viviam cercados por resíduos acumulados e sujeira generalizada. A presença de animais circulando livremente pela área em meio aos detritos agravou ainda mais o risco sanitário e de saúde pública no local, exigindo uma intervenção imediata dos órgãos de proteção à infância e de saúde. Diante da gravidade da situação constatada na vistoria, o Conselho Tutelar adotou as providências cabíveis para garantir a integridade e a segurança dos menores de idade encontrados no terreno. Os procedimentos legais e de assistência social foram iniciados para o encaminhamento das famílias a locais seguros e para a prestação do suporte necessário. A operação integrada reforça a atuação dos órgãos de fiscalização e controle em Tijucas no combate a situações de extrema vulnerabilidade social e risco à saúde pública. As autoridades competentes devem dar continuidade aos acompanhamentos necessários para apurar as responsabilidades e assegurar que os menores e os demais envolvidos recebam o auxílio adequado após o resgate.
Fonte: Jornal Razão últimas notícias







