Eleições 2026: Flávio Bolsonaro garante manutenção do Bolsa Família e promete Farmácia Popular digital Em ato de campanha na Barra da Tijuca, o candidato do PL à Presidência negou boatos sobre o fim de programas sociais, prometeu entrega de remédios em domicílio e endureceu discurso contra o crime organizado. Em meio à corrida eleitoral e ao início da propaganda gratuita no rádio e na televisão nesta sexta-feira (9), o candidato à Presidência da República pelo PL, senador Flávio Bolsonaro, afirmou que vai manter e ampliar programas sociais fundamentais como o Bolsa Família e a Farmácia Popular caso seja eleito. Durante evento de campanha realizado na Ilha Itanhangá, um espaço de eventos localizado na Barra da Tijuca, bairro nobre da zona oeste do Rio de Janeiro, o parlamentar conversou com jornalistas e classificou como mentiras as informações que circulam sobre o encerramento de iniciativas de transferência de renda. “Há várias mentiras circulando. Uma delas é que eu acabaria com o Bolsa Família. Isso é mentira”, declarou o senador, ao lado de apoiadores e lideranças políticas. Segundo o candidato, o programa será reformulado para focar estrategicamente na parcela da população que mais necessita de apoio estatal, sendo atrelado a ações efetivas de capacitação e qualificação profissional. Nas palavras do presidenciável, a gestão pretende transformar a iniciativa no “maior programa de mobilidade social que esse Brasil já viu”. No mesmo evento, o candidato detalhou propostas para modernizar a Farmácia Popular. Flávio afirmou que pretende aprimorar a distribuição de medicamentos por meio de entregas domiciliares, além de implementar um sistema de avisos via celular para lembrar os pacientes sobre os horários corretos da medicação. O plano econômico apresentado pelo senador também inclui o incentivo ao empreendedorismo voltado para as mulheres, promessas de redução de carga tributária, oferta de financiamento com juros mais baixos e uma economia estruturada estritamente com base na produtividade. A agenda no Rio de Janeiro também serviu para rebater outras críticas recebidas durante a campanha. O senador classificou como “boataria do PT” os rumores sobre uma suposta privatização da Petrobras. Na mesma linha, ele criticou a política de subsídios adotada pelo atual governo federal para o preço do diesel, combustível que tem registrado altas em decorrência da guerra no Irã. Flávio argumentou que o fim iminente desses incentivos resultará em um repasse imediato no preço dos combustíveis para o consumidor logo após o término das eleições, comentando a decisão do governo de prorrogar os subsídios por mais 30 dias justamente nesta sexta-feira. O discurso do candidato teve forte ênfase na área de segurança pública, pauta dividida no palanque com o deputado estadual Douglas Ruas, do PL, vencedor da disputa para o governo do estado do Rio de Janeiro. Ambos afirmaram estar alinhados na decisão de declarar guerra frontal ao crime organizado. O presidenciável direcionou recados diretos a facções criminosas atuantes no cenário nacional, mencionando nominalmente o Comando Vermelho, o Primeiro Comando da Capital e as milícias presentes no Rio de Janeiro, em São Paulo e em outras regiões do país. A movimentação política da campanha incluiu ainda articulações para ampliar alianças no segundo turno ou na consolidação de apoios. Flávio Bolsonaro agradeceu publicamente o endosso oficial firmado na véspera pelo candidato derrotado à Presidência Augusto Cury, do Avante, e confirmou que segue mantendo diálogos abertos com outras legendas partidárias para fortalecer sua base de sustentação política.
Fonte: Últimas notícias agência Brasil







