Mulher é presa em SC após inventar que cachorro levou tiro para esconder maus-tratos Tutora de 42 anos se recusou a prestar atendimento veterinário ao animal ferido em Siderópolis, no Sul catarinense, e acabou encaminhada à delegacia pela Polícia Militar. Uma ocorrência de maus-tratos a animais terminou com a prisão em flagrante de uma mulher de 42 anos na última segunda-feira, dia 5 de fevereiro, no município de Siderópolis, localizado no Sul de Santa Catarina. O caso teve início quando a suspeita acionou a Polícia Militar alegando que seu cachorro havia sido atingido por um disparo de arma de fogo, mas a versão foi desmentida no local pelos agentes de segurança, que descobriram ferimentos decorrentes de graves negligências e a recusa da tutora em buscar socorro médico para o pet. De acordo com as informações divulgadas pelas autoridades policiais, a guarnição foi mobilizada para atender a um chamado de suposta violência armada contra um animal doméstico na cidade catarinense. No entanto, ao chegarem ao endereço indicado, os policiais militares constataram que a história contada pela tutora não passava de uma invenção para encobrir a situação real de abandono e falta de cuidados a que o cão era submetido. Durante a averiguação da denúncia, os agentes perceberam que o animal apresentava lesões severas pelo corpo, incompatíveis com a narrativa apresentada inicialmente. Diante da gravidade do estado de saúde do cão, a equipe policial determinou que a mulher levasse imediatamente o animal para receber atendimento veterinário de urgência, medida fundamental para garantir a sobrevivência e o bem-estar do pet. Apesar da ordem e da urgência médica constatada no local, a mulher recusou-se veementemente a providenciar o socorro veterinário para o cachorro. Com a recusa injustificada em prestar assistência ao animal ferido, a conduta passou a configurar crime de maus-tratos tipificado na legislação brasileira, resultando na imediata voz de prisão à tutora. Após o flagrante no município do Sul catarinense, a mulher foi conduzida pela Polícia Militar diretamente à delegacia de polícia da região, onde os procedimentos legais cabíveis foram adotados pelas autoridades competentes. O animal resgatado sob a tutela das forças de segurança recebeu os encaminhamentos necessários para a avaliação de seu estado clínico e a devida assistência médica veterinária.
Fonte: Criciúma







