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Kassio diz que não há alerta de interferência nas eleições brasileiras

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Kassio diz que não há alerta de interferência nas eleições brasileiras

Eleições 2026: TSE afirma que não houve interferência externa no primeiro turno Em coletiva de imprensa, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral descartou alertas de intervenção estrangeira, enquanto a Polícia Federal investiga repasses internacionais citados pela imprensa internacional. O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, afirmou neste domingo (4) que o primeiro turno das eleições brasileiras transcorreu sem o registro de nenhuma intercorrência que possa ser caracterizada como interferência estrangeira no pleito. A declaração foi feita durante coletiva de imprensa realizada para apresentar um balanço oficial sobre o trabalho da Justiça Eleitoral ao longo do dia de votação, momento em que o magistrado destacou a normalidade do processo democrático. Segundo o presidente do TSE, os riscos climáticos previstos para a data foram devidamente afastados e o sistema não registrou nenhuma ocorrência grave. Nunes Marques enfatizou que os diversos setores técnicos do tribunal não emitiram qualquer alerta a respeito de uma possível intervenção de atores externos na votação. Além disso, observadores internacionais que acompanharam de perto o andamento do pleito atestaram a transparência e a normalidade de todas as etapas da eleição. Apesar da manifestação da Justiça Eleitoral, o cenário em torno da segurança do pleito envolve investigações paralelas conduzidas por órgãos de Estado. Mais cedo, o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, confirmou que a corporação abriu um inquérito oficial para apurar a suposta interferência estrangeira nas eleições brasileiras. A abertura da investigação pela Polícia Federal ocorreu após uma movimentação institucional iniciada na semana passada pela Advocacia-Geral da União (AGU). O órgão acionou formalmente a PF e a Procuradoria-Geral da República (PGR) para que fossem apurados indícios de um suposto financiamento por parte do governo de Donald Trump com o objetivo de interferir no processo eleitoral do Brasil e deslegitimar a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF). A medida adotada pela AGU foi deflagrada após a publicação de uma reportagem pelo jornal inglês The Guardian. De acordo com o veículo internacional, o governo dos Estados Unidos teria destinado a quantia de US$ 1 milhão, o equivalente a cerca de R$ 5,1 milhões, para custear e promover uma campanha de desestabilização direcionada contra a mais alta corte de Justiça do país. Enquanto os desdobramentos da investigação sobre o suposto financiamento externo seguem sob a alçada da Polícia Federal e da Procuradoria-Geral da República, o TSE reforça que o sistema de votação operou dentro da normalidade institucional esperada. O balanço divulgado pela corte eleitoral buscou tranquilizar o eleitorado e consolidar a credibilidade dos resultados apurados ao longo do domingo de votação em todo o território nacional.

Fonte: Últimas notícias agência Brasil

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