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“A gente fica de mãos atadas”, diz empresária após furto no Jardim Itália, em Cocal do Sul

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“A gente fica de mãos atadas”, diz empresária após furto no Jardim Itália, em Cocal do Sul

Furto em Cocal do Sul: Agropecuária é alvo de quadrilha e sofre prejuízo com dezenas de equipamentos levados Ação criminosa durou poucos minutos e mobilizou ao menos sete suspeitos no bairro Jardim Itália; proprietária lamenta a insegurança após 18 anos de trabalho no local. Uma agropecuária localizada no bairro Jardim Itália, em Cocal do Sul, no Sul catarinense, foi alvo de um furto qualificado durante a madrugada desta terça-feira (6), resultando na subtraçãode dezenas de equipamentos de alto valor comercial, como motosserras, lavadoras e carabinas. O crime, registrado por volta das 4h, mobilizou uma quadrilha estimada em pelo menos sete pessoas e dois veículos, deixando a comunidade e os comerciantes locais em estado de alerta. O estabelecimento, com 18 anos de história na região, pertence à empresária Cristine Ceron Possamai, que expressou revolta e frustração com a ação criminosa. A dinâmica do furto surpreendeu pela rapidez e pela quantidade de material levado. De acordo com as informações apuradas no local, os criminosos utilizaram dois carros para cometer o crime, sendo que um dos veículos acabou sendo abandonado posteriormente na rota entre Cocal do Sul e a cidade vizinha de Criciúma. O sistema de segurança do estabelecimento funcionou, mas não foi suficiente para impedir a fuga dos criminosos antes da chegada das forças de segurança. Cristine relatou que o alarme da loja disparou e vizinhos rapidamente a avisaram sobre a movimentação atípica no endereço. A empresária destacou que a Polícia Militar foi acionada e chegou ao local de forma rápida, porém a audácia e a rapidez da quadrilha fizeram com que toda a ação ocorresse em um intervalo de poucos minutos. O inventário preliminar dos prejuízos aponta que os criminosos levaram cerca de nove motosserras, entre seis e sete lavadoras de alta pressão, além de sopradores e pelo menos três carabinas de pressão, somados a diversos outros equipamentos agrícolas e de jardinagem. O prejuízo financeiro total ainda está sendo contabilizado pela administração da empresa, que tenta mensurar o impacto do roubo no estoque e no fluxo de caixa do negócio. Câmeras de monitoramento instaladas na região registraram a movimentação e a fuga dos envolvidos. Os primeiros levantamentos indicam que o grupo utilizou um automóvel Fiat Uno na ação, com o provável apoio tático de um Volkswagen Gol de cor escura. A Polícia Civil já assumiu as investigações do caso e, com o apoio operacional da Polícia Militar, trabalha na análise das imagens e na coleta de vestígios para identificar os suspeitos, desarticular a quadrilha e tentar recuperar os produtos furtados. Apesar do forte abalo emocional e financeiro, a proprietária mantém expectativas de que as autoridades consigam dar uma resposta efetiva ao caso. Em meio à indignação pelo ocorrido, a empresária resumiu o sentimento de impotência comum a vítimas de crimes patrimoniais na região, mas reforçou o desejo de ver a lei ser cumprida. A esperança agora recai sobre o trabalho investigativo das forças de segurança para que os responsáveis sejam identificados e punidos, e para que parte do patrimônio da agropecuária possa ser recuperada.

Fonte: Sul in Foco

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