Justiça condena a mais de 86 anos de prisão homem que abusou das sobrinhas por cinco anos Sentença severa foi proferida após investigações revelarem que o réu não apenas estuprou as vítimas de forma continuada, mas também as submeteu a agressões físicas e ameaças de morte. Um homem foi condenado a uma pena superior a 86 anos de reclusão após ser considerado culpado pelos crimes de estupro de vulnerável e violência psicológica e física contra as próprias sobrinhas, em um caso que chocou as autoridades pelo longo período de duração e pela gravidade dos atos cometidos. De acordo com a denúncia apresentada pelo Ministério Público e validada pelo Poder Judiciário, os abusos sexuais e os episódios de violência tiveram início quando as vítimas ainda eram crianças e se estenderam por um período de cinco anos, deixando marcas profundas e sequelas psicológicas duradouras nas meninas. As investigações conduzidas pelas autoridades policiais apontaram que o réu se aproveitava da proximidade familiar e da vulnerabilidade das sobrinhas para cometer os crimes. Além dos abusos sexuais contínuos, a acusação detalhou que o homem utilizava de extrema violência física, desferindo socos e beliscões contra as vítimas sempre que tentava assegurar o silêncio delas. O processo também revelou que o condenado mantinha um clima de terror constante no ambiente familiar, fazendo ameaças de morte explícitas contra as sobrinhas para impedir que elas revelassem os episódios aos pais ou a outros familiares. As ameaças e as agressões repetidas agravaram o quadro de sofrimento emocional das crianças. Durante a instrução criminal, laudos técnicos e depoimentos especializados confirmaram que as vítimas desenvolveram graves sequelas psicológicas em decorrência do longo período de exposição aos abusos e à violência. O impacto na saúde mental das meninas foi um dos fatores determinantes para a fixação da pena em patamar elevado. A decisão judicial reforça o rigor no combate aos crimes contra a dignidade sexual de crianças e adolescentes, aplicando uma punição exemplar diante da gravidade e da reiteração das condutas delitivas comprovadas ao longo do processo. O nome do condenado e detalhes que possam identificar as vítimas foram preservados para cumprir a legislação de proteção integral a menores de idade.
Fonte: Polícia SC







