Eleições 2026: TSE substitui 1.543 urnas eletrônicas no primeiro turno Balanço parcial divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral indica que a troca de equipamentos representa apenas 0,28% do total utilizado no país, sem registro de votação em cédulas de papel até o momento. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou, no terceiro boletim parcial divulgado neste domingo de primeiro turno das eleições, que 1.543 urnas eletrônicas precisaram ser substituídas em todo o país até as 15h30. O número de trocas representa apenas 0,28% do total de 499.248 equipamentos empregados na votação deste ano, que mobiliza mais de 158 milhões de eleitores aptos a escolher representantes para os cargos de presidente, governador, senador, deputado federal e deputado estadual ou distrital. De acordo com o órgão máximo da Justiça Eleitoral, a operação transcorre dentro da normalidade e conta com uma retaguarda robusta de equipamentos de reserva. Outros 50.038 dispositivos seguem disponíveis para pronta substituição nos locais de votação, caso novas falhas sejam identificadas ao longo do pleito. Apesar da necessidade de troca em pouco mais de mil unidades, a Justiça Federal não detalha os motivos específicos que levaram à substituição das urnas. Em termos gerais, a dinâmica operacional do pleito demonstra que a troca ocorre de maneira pontual devido a falhas operacionais comuns em equipamentos de tecnologia submetidos a uso intenso em poucas horas. A legislação eleitoral brasileira prevê protocolos rigorosos de contingência para garantir que nenhum eleitor fique sem votar. Caso até mesmo a urna eletrônica utilizada na substituição apresente algum tipo de falha intransponível, a regra estabelece que, como último recurso, seja adotada a votação manual com cédulas de papel. Até o momento da atualização das informações, contudo, essa medida extrema não foi necessária em nenhuma seção eleitoral do território nacional. O pleito deste ano define os rumos políticos do país e atrai atenção não apenas nacional, mas internacional, com analistas apontando que a escolha nas urnas brasileiras impacta diretamente a geopolítica na América Latina. Enquanto a apuração oficial avança, eleitores continuam registrando seus votos em clima de emoção em diversas regiões, desde escolas tradicionais até locais com forte carga histórica e cultural. A Justiça Eleitoral segue monitorando o andamento da votação e a integridade do sistema eletrônico até o encerramento oficial do pleito.
Fonte: Últimas notícias agência Brasil







