Investigação em Criciúma: Mãe denuncia suspeita de abuso contra filha de 3 anos e pede medida protetiva Caso é apurado pela Polícia Civil após relatos de alterações comportamentais notadas pela família e pela escola no bairro Pinheirinho, em Santa Catarina. Uma investigação foi aberta em Criciúma, no Sul de Santa Catarina, para apurar a suspeita de abuso sexual contra uma menina de apenas três anos de idade. O caso, que é tratado sob sigilo para preservar a integridade da vítima, ocorreu no bairro Pinheirinho e chegou ao conhecimento das autoridades policiais na semana passada, após ser formalmente levado à delegacia pela mãe da criança. De acordo com o registro policial, a mãe procurou ajuda especializada após notar alterações físicas na região íntima da filha, além de mudanças repentinas no comportamento da menina. Conforme o relato apresentado às autoridades, a criança apresentou forte vermelhidão e reclamou de dores durante o banho. Os primeiros sinais de alerta teriam sido percebidos logo após o retorno da menor da residência do pai. A denúncia aponta ainda que a instituição de ensino onde a criança estuda também identificou alterações na rotina e na conduta dela. A professora responsável registrou na agenda escolar que a menina passou parte do dia tocando e mexendo repetidamente nas próprias partes íntimas, mesmo após receber orientações para parar. Segundo o depoimento da mãe prestado à polícia, uma situação com indícios semelhantes já havia ocorrido na semana anterior, igualmente após a filha retornar da casa do pai. Ao tentar conversar com a menina sobre o que poderia estar acontecendo, a criança teria feito um relato envolvendo a figura paterna e recorrido a gestos corporais para tentar indicar um possível ato de abuso. Conforme o documento da denúncia, em pelo menos duas ocasiões distintas a criança retornou para o convívio materno relatando estar triste. A professora da escola também confirmou às autoridades que o comportamento atípico envolvendo as partes íntimas já havia sido observado em outra oportunidade anterior dentro do ambiente escolar. A gravidade da situação ganhou novos contornos quando, ao acompanhar a filha ao banheiro da delegacia de polícia, a mãe relatou ter percebido a presença de uma secreção amarelada na roupa íntima da criança. Diante do quadro e dos indícios reunidos, a mãe formalizou o pedido de uma medida protetiva de urgência contra o pai da menina. Após o registro da ocorrência, a mãe e a criança receberam orientações detalhadas das autoridades policiais para que a menor seja submetida a uma avaliação médico-pericial formal. Os exames específicos e os laudos técnicos deverão auxiliar de forma decisiva no esclarecimento das circunstâncias relatadas. O caso segue sob investigação rigorosa da Polícia Civil, e a confirmação oficial da suspeita de abuso dependerá da conclusão de todas as diligências e laudos periciais em andamento.
Fonte: Sul in Foco







