Crime em Criciúma: Polícia Civil esclarece morte de mulher e descarta feminicídio após confissão de latrocínio Investigação aponta que Luana Mendes Darella, de 29 anos, foi assassinada com um cabo de celular por criminoso que invadiu sua residência para cometer furto ou roubo no Sul catarinense A Polícia Civil de Santa Catarina concluiu que a morte de Luana Mendes Darella, de 29 anos, registrada em agosto em Criciúma, tratou-se de um crime de latrocínio, e não de feminicídio, como inicialmente chegou a ser ponderado durante as primeiras análises do caso. O suspeito foi preso preventivamente, confessou o homicídio e detalhou às autoridades que estrangulou a vítima utilizando o carregador de um aparelho celular com o objetivo de subtrair pertences de dentro da residência. De acordo com o inquérito conduzido pela segurança pública municipal, o corpo de Luana Mendes Darella foi localizado sobre o sofá da própria casa, cenário que mobilizou equipes policiais e perícia técnica para o levantamento de vestígios. Com o avanço das diligências e a identificação do autor, a investigação conseguiu desvendar a dinâmica do crime, que culminou no indiciamento formal do suspeito não apenas pelo latrocínio, que é o roubo seguido de morte, mas também pelo crime de tráfico de drogas. Conforme os elementos apurados pela polícia, a motivação principal do assassinato esteve relacionada à subtração de bens do interior do imóvel, o que afastou a tipificação voltada a questões de gênero. O criminoso utilizou o fio do carregador de celular para cometer o estrangulamento que tirou a vida da vítima de 29 anos, surpreendendo-a no ambiente doméstico onde ela deveria estar segura. O caso teve grande repercussão na região Sul catarinense desde o mês de agosto, quando o corpo foi encontrado. Com a conclusão do inquérito policial e a confissão obtida durante a prisão, o suspeito permanece à disposição da Justiça para responder criminalmente pelas acusações formuladas pela Polícia Civil, enquanto o processo segue os trâmites legais nas instâncias competentes de Criciúma.
Fonte: Jornal Razão







