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Investigado como feminicídio, caso da mãe morta estrangulada com carregador de celular tem reviravolta e polícia crava latrocínio em SC

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Investigado como feminicídio, caso da mãe morta estrangulada com carregador de celular tem reviravolta e polícia crava latrocínio em SC

Caso Luana Mendes Darella: Polícia Civil de SC descaracteriza feminicídio e aponta latrocínio em Criciúma Investigação sobre a morte da jovem de 28 anos, encontrada estrangulada em casa com um carregador de celular, passa a tratar o crime como roubo seguido de morte após novas evidências. A Polícia Civil de Santa Catarina concluiu que a morte de Luana Mendes Darella, encontrada estrangulada dentro de sua própria residência em Criciúma, no Sul catarinense, tratou-se de um latrocínio e não de feminicídio, como apontava a linha inicial de investigação. O crime ocorreu no dia 16 de agosto e causou grande repercussão na região, especialmente por conta do histórico familiar da vítima, que deixou dois filhos pequenos, sendo um bebê de apenas quatro meses de idade e uma menina de sete anos. Desde o dia do hall do crime, equipes da Delegacia de Homicídios e da Polícia Científica estiveram mobilizadas para esclarecer as circunstâncias da morte. Inicialmente, o caso foi tratado sob a hipótese de feminicídio devido à dinâmica e à brutalidade com que Luana foi morta, utilizando o fio de um carregador de celular como instrumento de estrangulamento. No entanto, o avanço das diligências policiais e a análise minuciosa de provas materiais coletadas no local alteraram drasticamente o rumo do inquérito. Conforme apurado no decorrer da investigação conduzida pelas autoridades policiais de Criciúma, novos elementos indicaram que o objetivo principal do autor ou autores da ação criminosa era a subtração de bens da vítima, o que caracteriza legalmente o crime de latrocínio. A tipificação penal muda o foco da motivação de gênero para a motivação patrimonial, embora a gravidade do crime permaneça inalterada perante a Justiça e a sociedade catarinense. A morte violenta de Luana Mendes Darella gerou forte abalo entre familiares e moradores da cidade, que cobraram respostas rápidas das instituições de segurança pública. O impacto da tragédia recai de maneira drástica sobre a estrutura familiar, com os dois filhos da vítima, incluindo o recém-nascido de quatro meses, necessitando de suporte e amparo de parentes neste momento de enlutamento e busca por justiça. A Polícia Civil informou que o inquérito policial está em fase de conclusão e que todos os detalhes probatórios que fundamentam a reviravolta para latrocínio serão remetidos ao Poder Judiciário e ao Ministério Público de Santa Catarina. O órgão policial deve detalhar em breve se há suspeitos identificados e qual foi a materialidade exata levada da residência durante a ação criminosa que tirou a vida de Luana.

Fonte: Criciúma

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