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Governadores eleitos no primeiro turno têm entre 37 e 70 anos

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Governadores eleitos no primeiro turno têm entre 37 e 70 anos

Eleições 2026: radiografia mostra governadores eleitos no primeiro turno com idades entre 37 e 70 anos Levantamento detalha o perfil etário dos chefes de Executivo estadual definidos nas urnas neste domingo, além de apontar os extremos de idade entre os novos senadores brasileiros. As urnas do primeiro turno das eleições realizadas neste domingo (4) revelaram um panorama político que une a renovação e a experiência na administração pública, com governadores eleitos cujas idades variam entre 37 e 70 anos. Entre os nomes que garantiram o cargo já na primeira etapa do pleito, o destaque para a faixa etária mais jovem ficou com Lucas Ribeiro (PP), da Paraíba, eleito com 64,30% dos votos válidos. No extremo oposto da faixa etária entre os governistas vitoriosos está Jorginho Mello (PL), reeleito em Santa Catarina aos 70 anos, alcançando a marca de 68,98% dos votos. A configuração do Legislativo federal também registrou contrastes expressivos nas faixas etárias dos recém-eleitos para o Senado Federal. Filipe Barros (PL-PR) conquistou a vaga como o senador mais jovem do país, aos 35 anos, após obter 27,25% dos votos válidos. Na outra ponta, o posto de parlamentar mais velho a ser eleito para a Casa Alta ficou com Julio César, conhecido como Julim do Lula (PSD-PI), que garantiu o mandato aos 78 anos de idade. O cenário político nacional consolidado no primeiro turno evidencia o peso de partidos como PL, PSD, PT e Republicanos, siglas que juntas concentram 15 governadores já definidos nesta etapa do processo eleitoral. Com o encerramento da apuração deste domingo, a movimentação partidária nos estados já se volta para a próxima fase da disputa, uma vez que a campanha eleitoral oficial para o segundo turno tem início marcado para esta segunda-feira. Nos bastidores da política nacional, as negociações estaduais e federais ganham tração. Lideranças partidárias já começam a definir diretrizes e posicionamentos em relação aos apoios para a nova etapa de votação. Exemplo disso é a postura adotada por figuras políticas de expressão, como Renan, que descartou apoio no segundo turno, enquanto o PSD, liderado por Caiado, optou por liberar as bases estaduais para a tomada de decisões locais. A trajetória dos gestores estaduais vencedores no primeiro turno reflete uma bagagem política consolidada em diferentes esferas de poder. Lucas Ribeiro, atual governador da Paraíba, assumiu definitivamente o comando do Executivo estadual após a renúncia de João Azevedo, de quem foi eleito vice-chapa em 2022. Antes de chegar ao Palácio da Redenção, Ribeiro construiu sua carreira política atuando como vereador e vice-prefeito de Campina Grande. Por sua vez, Jorginho Mello possui uma longa folha de serviços prestados à vida pública catarinense e federal. O atual governador de Santa Catarina já exerceu mandatos como deputado federal e senador da República, acumulando experiência legislativa antes de consolidar sua liderança no comando do estado catarinense. Entre os parlamentares que migram ou ampliam sua atuação em Brasília, Filipe Barros traz na bagagem a experiência de ter sido vereador em Londrina e deputado federal pelo Paraná, consolidando sua projeção nacional ao alcançar o Senado aos 35 anos. Já Julim do Lula, deputado federal pelo Piauí e vitorioso na disputa senatorial, possui um extenso histórico na administração pública. Sua trajetória inclui passagens como prefeito de Guadalupe em dois períodos, entre 1977 e 1986 e de 1989 a 1991, além de ter atuado como secretário de Agricultura do Piauí, diretor de Administração e Finanças da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e presidente da companhia de saneamento da capital Teresina.

Fonte: Últimas notícias agência Brasil

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