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Mulher se passa por proprietária e vende móveis de casa alugada por quase R$ 4 mil em SC

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Mulher se passa por proprietária e vende móveis de casa alugada por quase R$ 4 mil em SC

Hóspede finge ser dona de imóvel alugado e vende mobília e eletrodomésticos antes de deixar o local em Criciúma Proprietário teve uma surpresa desagradável ao encontrar a residência desprovida de pertences após o término da estadia; negociação dos itens rendeu quase R$ 4 mil O que deveria ser uma hospedagem por diária comum terminou em prejuízo e revolta para o proprietário de um imóvel em Criciúma, no Sul de Santa Catarina. Uma mulher que havia alugado o espaço aproveitou o período de permanência para aplicar um golpe inusitado: ela se passou pela verdadeira proprietária da residência e comercializou os móveis e eletrodomésticos da casa, faturando quase R$ 4 mil com a venda dos bens que não lhe pertenciam. A fraude veio à tona no momento em que o locador retornou à residência após o período combinado da locação. Ao entrar no imóvel para vistoriar o local logo após o término da diária, ele se deparou com a casa praticamente vazia, notando de imediato a ausência de diversos eletrodomésticos e itens que compunham a mobília do espaço alugado. Para conseguir concretizar a transação em tempo recorde, a mulher utilizou uma história convincente perante terceiros. Poucas horas antes do prazo limite para deixar a residência e realizar o check-out, ela entrou em contato com compradores alegando falsamente que havia vendido o imóvel. Sob esse pretexto, sustentou que precisava se desfazer com urgência de toda a mobília e dos aparelhos que guarneciam a propriedade. Acreditando se tratar de uma oportunidade legítima apresentada por quem supostamente seria a dona do patrimônio, compradores adquiriram os itens. As negociações somaram aproximadamente R$ 4 mil, valor que foi embolsado pela suspeita antes de ela desocupar o local e desaparecer, deixando o verdadeiro anfitrião sem os equipamentos essenciais da residência. A manobra adotada chamou a atenção pela rapidez e pela audácia. Ao criar a narrativa de que o imóvel havia acabado de mudar de mãos, a hóspede justificou o desapego repentino dos bens e a pressa em fechar negócio, tática frequentemente usada para desviar suspeitas e evitar questionamentos mais aprofundados sobre a documentação ou procedência dos produtos. Casos como esse trazem à tona alertas importantes para o mercado de locações temporárias e por temporada, modalidade que tem crescido expressivamente no Brasil. Especialistas costumam destacar que a facilidade e a agilidade das contratações por diária exigem cuidados rigorosos por parte dos proprietários, incluindo verificação minuciosa da documentação dos hóspedes, contratos com cláusulas de responsabilidade e vistoria presencial ou acompanhamento detalhado nas etapas de entrada e saída. Por outro lado, o episódio também serve de advertência para quem busca oportunidades de compra de bens usados. A comercialização de móveis e eletrodomésticos a preços atrativos e sob pretextos de urgência requer cautela redobrada por parte dos adquirentes. A legislação brasileira prevê responsabilização para quem adquire produtos de origem ilícita, o que reforça a necessidade de sempre exigir comprovantes, notas fiscais ou garantias de procedência antes de efetuar pagamentos e retirar itens de qualquer residência. Em Criciúma, a constatação do desaparecimento dos itens gerou perplexidade. A conduta praticada pela mulher, caracterizada pela apropriação e comercialização de bens alheios mediante fraude, agora deixa o proprietário diante da tarefa de mensurar os danos materiais causados pelo episódio e buscar a recuperação dos pertences levados do imóvel.

Fonte: Criciúma

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