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Mulher é agredida com simulacro de arma na cabeça em tentativa de feminicídio em SC

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Mulher é agredida com simulacro de arma na cabeça em tentativa de feminicídio em SC

Tentativa de feminicídio em Criciúma termina com suspeito baleado pela Polícia Militar Ação rápida da polícia evitou desdobramentos fatais após mulher ser agredida e ameaçada com simulacro de arma de fogo no Sul catarinense Uma mulher foi vítima de uma tentativa de feminicídio na manhã desta segunda-feira (26), no bairro Vila Rica, localizado no município de Criciúma, no Sul de Santa Catarina. O crime, que envolveu violência física e ameaças graves com o uso de um simulacro de arma de fogo, foi interrompido após a intervenção de um policial militar, que efetuou dois disparos contra o suspeito para cessar as agressões em andamento. De acordo com as informações divulgadas pelas autoridades de segurança pública, a ocorrência teve início nas primeiras horas da manhã, mobilizando equipes de atendimento de emergência na região. O principal suspeito da ação violenta é um homem de 29 anos, cuja identidade não foi divulgada oficialmente até o momento. Ele teria investido contra a vítima utilizando o objeto simulado para intimidá-la antes de desferir as agressões físicas. Durante o atendimento à ocorrência, a situação exigiu uma resposta enérgica das forças de segurança para salvaguardar a integridade física da vítima. Segundo o relato oficial da corporação, um policial militar que atuou no local precisou efetuar dois disparos de arma de fogo contra o agressor com o objetivo direto de interromper a violência e neutralizar o risco imediato que ele representava para a mulher. Até o fechamento desta edição, detalhes específicos sobre o estado de saúde atual tanto da vítima quanto do suspeito de 29 anos não foram detalhados pelas autoridades médicas ou policiais. A dinâmica exata que motivou a tentativa de feminicídio no bairro Vila Rica deverá ser apurada em inquérito conduzido pela Polícia Civil de Santa Catarina, que investigará o caso para esclarecer todas as circunstâncias do crime. Casos de violência doméstica e tentativas de feminicídio contam com canais oficiais de denúncia e apoio em todo o território nacional. A central de atendimento à mulher, pelo Disque 180, e o número de emergência da Polícia Militar, 190, funcionam diuturnamente para receber chamados de socorro, orientações e denúncias anônimas ou identificadas, sendo fundamentais para a interrupção de ciclos de violência no âmbito familiar e de gênero.

Fonte: NSC Total

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