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Meta diz ao TSE que Exército do Lula não viola políticas da plataforma

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Meta diz ao TSE que Exército do Lula não viola políticas da plataforma

Meta diz ao TSE que canal ‘Exército do Lula’ no WhatsApp não viola diretrizes da plataforma Gigante de tecnologia informou ao Tribunal Superior Eleitoral nesta sexta-feira que análise técnica não encontrou irregularidades no espaço de apoio ao candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva. A Meta informou nesta sexta-feira ao Tribunal Superior Eleitoral que o canal “Exército do Lula”, operado no WhatsApp para a divulgação de mensagens de apoio ao candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva, cumpre as regras da plataforma e não apresenta irregularidades em seu funcionamento. A manifestação da empresa, que também gerencia o Instagram e o Facebook, foi exigida pela presidência da Corte eleitoral após uma investida jurídica da campanha de Flávio Bolsonaro. De acordo com a declaração técnica anexada ao processo enviado ao TSE, a análise do canal foi realizada à luz das diretrizes oficiais da ferramenta de mensagens. A empresa detalhou os procedimentos e a metodologia empregada para a detecção de conteúdos que violem as normas internas, concluindo que o espaço digital voltado à campanha petista está em conformidade com o plano de conformidade da companhia. A controvérsia em torno do canal teve início quando a campanha de Flávio Bolsonaro acionou o tribunal alegando indícios de descumprimento das regras de integridade do processo eleitoral pelas plataformas operadas pela Meta. A acusação motivou o presidente da Corte, ministro Kassio Nunes Marques, a determinar um pente-fino rigoroso no funcionamento do canal de mensagens para apurar eventuais desvios. O embate jurídico sobre a permanência do espaço no ar gerou decisões divergentes dentro do próprio tribunal nas últimas semanas. No início do mês, o ministro Kassio Nunes Marques havia determinado a suspensão temporária do canal, atendendo ao pleito da coligação opositora sob a alegação de que o espaço estaria replicando conteúdos previamente classificados como inverídicos pela Justiça Eleitoral. Logo em seguida, o corregedor-geral eleitoral, ministro Ricardo Vilas Bôas Cuêva, derrubou a liminar suspensiva. A decisão do corregedor ocorreu após um impasse temporal em relação a um despacho anterior que já havia rejeitado o bloqueio do canal, formalizado instantes antes na presidência da Corte. O cenário de indefinição jurídica foi parcialmente estabilizado quando o canal foi devidamente registrado nos cadastros oficiais do TSE, o que levou o ministro Kassio Nunes Marques a revogar a suspensão. Mais recentemente, o ministro Floriano de Azevedo Marques reforçou a estabilidade do canal ao decidir que o “Exército do Lula” não poderá ser alvo de novas suspensões ou restrições por meio de decisões isoladas de membros individuais do tribunal. Com a entrega do laudo técnico da Meta atestando a regularidade das postagens, o debate sobre o cumprimento das políticas de uso da plataforma ganha um novo capítulo no âmbito da fiscalização eleitoral.

Fonte: Últimas notícias agência Brasil

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