Operação São Silvestre: Polícia Federal investiga esquema de pirâmide financeira com criptomoedas no Vale do Itajaí Ação da Polícia Federal mira organização criminosa suspeita de movimentar milhões de reais por meio de falsos investimentos em ativos digitais na região catarinense. A Polícia Federal deflagrou nas primeiras horas da manhã a Operação São Silvestre, com o objetivo de desarticular um esquema sofisticado de pirâmide financeira estruturado na região do Vale do Itajaí, em Santa Catarina. A investigação aponta que o grupo criminoso atraía vítimas prometendo lucros extraordinários e garantidos por meio de investimentos em criptomoedas, operando um modelo financeiro insustentável que agora é alvo de mandados judiciais e sequestro de bens. De acordo com as informações divulgadas pela corporação até o momento, as apurações revelaram que a organização utilizava artifícios sofisticados de marketing para convencer investidores a aplicarem suas economias na promessa de rendimentos fixos muito acima da média do mercado tradicional. O esquema operava sem registro nos órgãos reguladores competentes, captando recursos de dezenas de pessoas na região catarinense sob a fachada de uma empresa especializada em ativos digitais e operações no mercado cripto. As investigações avançaram após denúncias de investidores que começaram a encontrar dificuldades para realizar saques e reaver o capital investido, situação clássica que precede a derrocada de esquemas em pirâmide. Com a deflagração da Operação São Silvestre, os policiais federais cumprem mandados expedidos pela Justiça para coletar novas provas, apreender documentos, equipamentos eletrônicos e bloquear bens e contas bancárias dos investigados, na tentativa de garantir a futura reparação dos prejuízos causados às vítimas. O avanço das criptomoedas e dos ativos virtuais tem sido acompanhado de perto por órgãos de fiscalização e segurança pública no Brasil, que alertam constantemente a população para ofertas de investimentos que prometem ganhos rápidos, fáceis e livres de riscos. A Polícia Federal orienta que eventuais outras vítimas que tenham realizado aportes financeiros na empresa investigada no Vale do Itajaí procurem a delegacia mais próxima para formalizar denúncia e auxiliar no desdobramento das investigações sobre o caso.
Fonte: Polícia SC







