Bananicultura em Criciúma enfrenta crise produtiva agravada por fatores climáticos Produtores locais lidam com os impactos diretos das variações do tempo na colheita da fruta, que é um dos alimentos mais presentes na mesa dos brasileiros e exige manejo rigoroso. A bananicultura em Criciúma enfrenta um cenário de adversidades marcado por fortes impactos climáticos que comprometem diretamente o volume e a qualidade da produção agrícola na região sul catarinense. Presente na rotina alimentar de milhões de brasileiros, a fruta depende de uma série de cuidados minuciosos, tratamentos fitossanitários adequados e condições meteorológicas amplamente favoráveis para que consiga se desenvolver plenamente e chegar aos centros de distribuição em condições ideais de consumo. Nos últimos tempos, no entanto, as oscilações climáticas têm imposto um ritmo imprevisível aos pomares locais. O excesso de chuvas em determinados períodos, somado a episódios de ventos fortes e temperaturas instáveis, tem gerado perdas expressivas para os agricultores que dependem exclusivamente dessa atividade econômica para o sustento de suas famílias. Especialistas e produtores apontam que o cultivo da banana é extremamente sensível a intempéries. O tombamento de plantas e o surgimento de doenças fúngicas associadas à alta umidade do ar figuram entre os principais desafios enfrentados no campo durante as épocas de instabilidade atmosférica. Diante desse cenário adverso, o setor busca alternativas de manejo para mitigar os prejuízos e garantir a continuidade da atividade agrícola. A adoção de técnicas preventivas e o monitoramento constante das condições do tempo tornaram-se ferramentas fundamentais para tentar blindar os cultivos locais contra as surpresas da natureza. Apesar das dificuldades impostas pelo clima e pelos custos elevados de produção, a bananicultura segue mantendo sua relevância histórica e econômica para a região de Criciúma. Os agricultores locais mantêm o compromisso com o cultivo, reforçando a importância de políticas de apoio ao setor produtivo para enfrentar os ciclos de crise climática que ameaçam a safra regional.
Fonte: Criciúma







