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Onde fica a fábrica que usava soda cáustica e água oxigenada para adulterar leite e teve 15 pessoas condenadas

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Onde fica a fábrica que usava soda cáustica e água oxigenada para adulterar leite e teve 15 pessoas condenadas

Fábrica de leite adulterado com soda cáustica e resíduos do chão no RS resulta em 15 condenações Esquema criminoso descoberto no Rio Grande do Sul utilizava produtos químicos fortes para mascarar a acidez do produto e reaproveitava sujeira recolhida do chão na linha de produção de alimentos. Quinze pessoas foram condenadas pela Justiça após investigações revelarem o funcionamento de uma fábrica clandestina no Rio Grande do Sul que utilizava soda cáustica e água oxigenada para adulterar leite e reaproveitava até resíduos recolhidos do chão na produção de alimentos. O esquema criminoso colocou em risco a saúde pública e resultou em sanções severas para os envolvidos na fraude, que alterava a composição original do leite destinado ao consumo da população. De acordo com as apurações conduzidas pelas autoridades competentes, o estabelecimento operava em solo gaúcho adotando práticas clandestinas e inadequadas para a indústria alimentícia. Entre os métodos mais graves identificados na linha de produção estava o uso direto de soda cáustica e água oxigenada, substâncias químicas corrosivas e impróprias para o consumo humano, aplicadas com o objetivo de neutralizar a alta acidez do leite estragado e prolongar artificialmente o seu tempo de prateleira. As investigações também apontaram que a falta de higiene e o descumprimento das normas sanitárias eram rotina na fábrica. Relatórios do caso destacam que os operadores da fraude reaproveitavam resíduos e sujeira acumulados no chão da planta industrial, reintroduzindo esse material impróprio no processo produtivo dos alimentos que posteriormente seriam comercializados e distribuídos aos consumidores. A prática representava um grave dano à saúde coletiva, uma vez que o consumo de leite adulterado com agentes químicos e detritos pode provocar intoxicações alimentares severas, além de danos crônicos ao sistema digestivo. O desdobramento judicial do caso culminou na condenação de 15 pessoas envolvidas diretamente nas operações da fábrica, responsáveis desde a manipulação dos produtos químicos até a gestão do esquema de adulteração e distribuição. O caso reforça a atuação dos órgãos de fiscalização e segurança no combate a fraudes no setor lácteo, um problema recorrente que exige rigor na vigilância sanitária para proteger o consumidor final. As penas aplicadas aos condenados variam conforme o grau de participação de cada um no esquema criminoso, encerrando uma etapa importante na responsabilização jurídica pelos crimes contra a ordem econômica e a saúde pública no estado.

Fonte: Saúde SC

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