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Canal Exército do Lula volta ao ar após registro no TSE

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Canal Exército do Lula volta ao ar após registro no TSE

Canal “Exército do Lula” volta ao ar no WhatsApp após registro oficial no TSE Comandado pelo deputado André Janones, o canal de apoio à campanha presidencial havia sido suspenso temporariamente devido a uma disputa jurídica sobre a comunicação prévia do endereço à Justiça Eleitoral. O canal “Exército do Lula”, criado no aplicativo WhatsApp para veicular mensagens de apoio ao candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva, voltou a funcionar na noite desta quarta-feira (14). A retomada das atividades na plataforma ocorreu após a equipe de campanha realizar o registro oficial da página no Tribunal Superior Eleitoral, em cumprimento a uma determinação da própria corte. A reativação do espaço de comunicação, que conta atualmente com 4,3 milhões de inscritos, foi autorizada pelo presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques. O canal é administrado pelo deputado federal André Janones, filiado ao partido Rede e representante de Minas Gerais. A liberação aconteceu depois que técnicos do próprio tribunal realizaram uma varredura no histórico da página e não encontraram registros de conteúdo falso nas publicações. Apesar da constatação técnica, a suspensão anterior havia sido motivada por questões formais relativas ao registro do canal na Justiça Eleitoral. O retorno do perfil marca o desfecho temporário de uma intensa disputa de liminares que movimentou os bastidores da corte eleitoral nos últimos dias. O imbróglio teve início no último sábado, quando o ministro Kassio Nunes Marques determinou a suspensão total do canal de mensagens. Horas mais tarde, no entanto, a decisão inicial foi derrubada pelo corregedor do TSE, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, o que permitiu que a página permanecesse no ar naquele momento. A situação mudou novamente quando o presidente do tribunal reexaminou o caso e concluiu que a ausência de comunicação formal do endereço à Justiça Eleitoral era um motivo suficiente para uma nova paralisação. Na ocasião, a decisão expedida por Nunes Marques estipulou um prazo de 48 horas para que o canal ficasse inativo, período condicionado à regularização cadastral por parte da campanha presidencial. Com a formalização do registro junto ao tribunal nesta semana, a exigência legal foi cumprida, viabilizando o restabelecimento imediato das postagens de apoio político na plataforma de mensagens instantâneas.

Fonte: Últimas notícias agência Brasil

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