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Polícia investiga queda de mulher do 7º andar em Criciúma com simulado

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Polícia investiga queda de mulher do 7º andar em Criciúma com simulado

Queda de mulher do 7º andar em Criciúma: Polícia Civil realiza reprodução simulada do caso Diligências buscam esclarecer se a morte de Daisy Ferreira Maiesck, ocorrida no último sábado no Centro da cidade, foi um acidente ou crime; laudo pericial deve ser concluído nos próximos dias. A Polícia Civil e a Polícia Científica realizaram no início da tarde desta sexta-feira, dia 9, uma reprodução simulada para investigar a morte de Daisy Ferreira Maiesck, de 34 anos, que caiu do sétimo andar de um edifício localizado na região central de Criciúma, no Sul catarinense. O caso aconteceu no último sábado, dia 3, e mobilizou as autoridades de segurança pública em busca de esclarecer se o evento trágico tratou-se de um acidente ou de uma prática criminosa. A recriação dos fatos ocorreu no próprio local do ocorrido, no Centro da cidade, sob a supervisão direta dos investigadores e peritos criminais. De acordo com informações divulgadas pela Polícia Civil, a diligência tem como principal objetivo confrontar versões, analisar a dinâmica espacial do apartamento e do fosso do prédio, e apurar a compatibilidade das evidências materiais com os depoimentos colhidos ao longo do inquérito policial. Os trabalhos periciais e técnicos foram acompanhados de perto pelo advogado constituído pelo suspeito de envolvimento no caso. A vítima foi encontrada caída no fosso do edifício ainda com sinais vitais após a queda do sétimo andar. Equipes de socorro foram acionadas para o atendimento de urgência, mas Daisy Maiesck sofreu uma parada cardíaca ainda no local e não resistiu aos ferimentos, vindo a óbito antes de ser removida para uma unidade hospitalar. Desde os primeiros momentos que se seguiram à tragédia, o caso passou a ser tratado com rigor pelas autoridades policiais, que iniciaram a coleta de depoimentos com testemunhas e vizinhos. Informações preliminares colhidas no âmbito da investigação apontam que um homem estava no interior do apartamento da vítima no momento da ocorrência. Ele foi detido inicialmente por desacato, após desferir ofensas contra os policiais militares que atenderam à ocorrência inicial. Desde então, o homem passou a ser formalmente investigado pelas circunstâncias que envolveram a morte da mulher. Paralelamente, relatos de testemunhas indicam que a vítima teria sofrido agressões, especificamente esganadura, antes de cair do edifício, elemento que entrou no escopo de análise da perícia médico-legal. Com a conclusão da reprodução simulada desta sexta-feira, a Polícia Científica agora concentra esforços na finalização dos laudos periciais definitivos. O documento com o resultado oficial das análises técnicas, toxicológicas e balísticas — se houver — será formalizado nos próximos dias e anexado integralmente ao inquérito policial. O material servirá como peça-chave para que a delegacia responsável decida pelo indiciamento e encaminhe o procedimento ao Poder Judiciário.

Fonte: TNSul

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