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Incêndio em fábrica de ração queima aproximadamente 100 toneladas de material em São Ludgero

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Incêndio em fábrica de ração queima aproximadamente 100 toneladas de material em São Ludgero

Incêndio atinge fábrica de ração e consome 100 toneladas de materiais em São Ludgero Mobilização reuniu mais de 30 bombeiros de cinco municípios e demandou 740 mil litros de água para controlar o fogo e salvar a maior parte do complexo industrial Um incêndio de grandes proporções destruiu cerca de 100 toneladas de material combustível em uma fábrica de ração localizada na Estrada Geral de Ponte Baixa, em São Ludgero. O Corpo de Bombeiros Militar foi acionado por volta das 3 horas deste sábado, dia 17, dando início a uma complexa operação de combate que mobilizou equipes integradas de toda a região. Antes do acionamento das forças de segurança, funcionários do turno tentaram frear o foco inicial com os extintores manuais e o sistema hidráulico preventivo instalado no prédio. Apesar da intervenção rápida dos trabalhadores, a grande carga de combustíveis acelerou a propagação do fogo e superou a capacidade de contenção interna. A gravidade do sinistro exigiu um esquema emergencial que reuniu 32 bombeiros das cidades de São Ludgero, Braço do Norte, Orleans, Criciúma e Tubarão. A operação de resposta contou ainda com o suporte técnico de sete caminhões de combate a incêndio e uma viatura do tipo autoescada mecânica. A intensidade das labaredas demandou um volume expressivo de recursos hídricos. Logo nas fases de crescimento e propagação das chamas, os militares utilizaram 40 mil litros de água da reserva técnica da própria empresa e outros 300 mil litros transportados pelos veículos da corporação. Para conter definitivamente o avanço térmico na fase seguinte da ocorrência, foram aplicados mais 400 mil litros de água somados a 80 litros de líquido gerador de espuma (LGE). No total, a intervenção consumiu aproximadamente 740 mil litros de água no enfrentamento direto ao fogo. Apesar da destruição das 100 toneladas de insumos, a atuação estratégica das guarnições salvou a maior parte da estrutura fabril. Dos 8 mil metros quadrados de área construída da empresa, cerca de 5,5 mil metros quadrados foram plenamente preservados e protegidos contra os danos do calor. A operação envolveu também uma força-tarefa logística para o trabalho de rescaldo e isolamento térmico. O processo contou com o suporte de empilhadeiras, dois caminhões caçamba, dois tratores convencionais e um trator de esteira, fundamentais para retirar os produtos intactos e remover os materiais carbonizados.

Fonte: Sul in Foco

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