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Mulher relata agressão em casa dois dias após dar à luz em Criciúma

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Mulher relata agressão em casa dois dias após dar à luz em Criciúma

Violência doméstica em Criciúma: mulher é agredida pelo ex e pela atual dele dias após o parto Vítima relatou à polícia que foi atacada dentro de sua própria residência apenas 48 horas depois de dar à luz; caso é investigado pelas autoridades locais Uma mulher recém-parida foi vítima de violência doméstica dentro de sua própria residência, localizada em Criciúma, no Sul de Santa Catarina, apenas dois dias após ter dado à luz. De acordo com o relato registrado pelas autoridades, a vítima foi agredida fisicamente pelo ex-companheiro e pela atual namorada dele, em um episódio que chocou pela falta de resguardo no período pós-parto e pela invasão ao domicílio da mulher. O caso aconteceu em um momento de extrema vulnerabilidade física e emocional da vítima, que ainda se recuperava do procedimento de nascimento do recém-nascido. A agressão, perpetrada pelo pai da criança e pela atual parceira dele, ocorreu no interior da casa da própria vítima, cenário que agrava a gravidade jurídica da conduta e acende um alerta sobre a recorrência de episódios de violência logo após a gestação, período classificado por especialistas em segurança pública e saúde da mulher como de risco elevado para conflitos domésticos. Diante da denúncia, as forças de segurança do município iniciaram os procedimentos legais de praxe para apurar as circunstâncias da invasão e das agressões físicas. O caso foi encaminhado para os órgãos competentes da Polícia Civil em Criciúma, que devem ouvir os envolvidos, recolher depoimentos e analisar eventuais provas materiais para a formalização do inquérito policial. A investigação busca determinar a dinâmica exata de como o ex-companheiro e a atual namorada ingressaram no imóvel e qual foi o grau de participação de cada um nos atos de violência. A legislação brasileira prevê medidas severas para casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, especialmente quando ocorrem em circunstâncias que denotam crueldade e desrespeito à condição de vulnerabilidade, como o período puerperal. Especialistas em direitos humanos e proteção à mulher reforçam que denúncias de violência doméstica podem ser feitas de forma sigilosa por meio de canais oficiais, como o Ligue 180, além do acionamento imediato da Polícia Militar pelo número 190 em situações de urgência e flagrante delito. A rede de apoio municipal em Criciúma segue monitorando os desdobramentos do caso para garantir a integridade física e psicológica da vítima e do recém-nascido.

Fonte: Criciúma

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