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“A intenção com certeza foi de matar”: protetora achou cachorro morto a machadadas em SC

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“A intenção com certeza foi de matar”: protetora achou cachorro morto a machadadas em SC

Cachorro comunitário é encontrado morto a machadadas em Santa Catarina e suspeita é presa Crime brutal chocou moradores de São Miguel do Oeste; voluntária de ONG relatou que animal, conhecido como Beethoven, era querido na região e chegou a ser socorrido tarde demais Um crime de extrema crueldade chocou moradores e defensores da causa animal em São Miguel do Oeste, no Extremo Oeste de Santa Catarina, após um cachorro comunitário conhecido como Beethoven ser brutalmente assassinado a machadadas. O caso gerou comoção na região e resultou na prisão em flagrante de uma mulher de 37 anos, apontada pelas autoridades como a principal suspeita pela execução do animal. O caso veio à tona quando uma voluntária da ONG Amigo Bicho, entidade dedicada à proteção e ao bem-estar animal no município catarinense, foi acionada para averiguar uma situação de violência extrema. De acordo com o relato da protetora, ela e outros voluntários chegaram ao local na tentativa de salvar o animal, mas já era tarde demais, pois o cão não resistiu à gravidade dos ferimentos provocados pelas machadadas. A brutalidade da ação foi sintetizada pela voluntária em um desabafo que repercutiu entre os moradores da cidade, ao afirmar que a intenção do agressor com certeza foi de matar o animal indefeso. O cachorro era amplamente conhecido na vizinhança como um cão comunitário, recebendo cuidados básicos, alimentação e carinho de diversos moradores da região onde circulava diariamente. Diante da gravidade da situação e dos indícios colhidos logo após o crime, as forças de segurança foram acionadas imediatamente. A Polícia Militar e a Polícia Civil atenderam à ocorrência, realizando diligências que culminaram na localização e prisão em flagrante da suspeita, uma mulher de 37 anos cuja identidade não foi divulgada pelas autoridades policiais até o fechamento desta reportagem. A suspeita foi conduzida à delegacia local, onde prestou esclarecimentos e permanece à disposição da Justiça para os procedimentos legais cabíveis. O caso agora segue sob investigação da Polícia Civil de Santa Catarina, que deverá apurar a motivação por trás do ataque violento e reunir todas as provas necessárias para a conclusão do inquérito policial e a posterior responsabilização criminal da autora. Associações de proteção animal e moradores de São Miguel do Oeste têm utilizado as redes sociais para cobrar justiça e o rigor da lei diante de crimes de maus-tratos que resultam na morte de animais. A legislação brasileira prevê penas severas para casos de crueldade contra cães e gatos, reforçando que a violência contra animais domésticos constitui crime inafiançável em determinadas circunstâncias e passível de reclusão.

Fonte: Jornal Razão últimas notícias

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