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‘Esquecemos de cuidar de nós’: profissionais da Educação equilibram responsabilidade da profissão enquanto lutam contra o câncer de mama em SC

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‘Esquecemos de cuidar de nós’: profissionais da Educação equilibram responsabilidade da profissão enquanto lutam contra o câncer de mama em SC

Outubro Rosa na Educação: profissionais de SC enfrentam diagnóstico de câncer de mama em meio à rotina exaustiva nas salas de aula Profissionais da rede de ensino relatam o desafio de conciliar a alta carga de responsabilidade da profissão com a luta contra a doença em Santa Catarina. Durante o mês de outubro, período em que é celebrado anualmente o Outubro Rosa, campanha de conscientização para a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de mama, histórias de superação e resiliência ganham destaque em Santa Catarina, especialmente entre trabalhadoras que dedicam suas vidas à sala de aula. Em meio à rotina intensa de planejamento pedagógico, atendimento aos alunos e gestão escolar, muitas professoras e servidoras da educação se deparam com o diagnóstico da doença e precisam redobrar as forças para equilibrar a dedicação profissional com os rigores do tratamento oncológico. A realidade vivida por essas educadoras traz à tona um reflexo comum entre trabalhadoras da área, que frequentemente acabam deixando o próprio autocuidado em segundo plano devido às demandas da profissão e ao compromisso diário com a comunidade escolar catarinense. Relatos colhidos durante as ações do Outubro Rosa evidenciam a frase que resume o dilema de muitas dessas mulheres: “esquecemos de cuidar de nós”, um desabafo que ecoa nos corredores das escolas e aponta para a necessidade urgente de atenção à saúde física e mental das profissionais da educação. O movimento internacional Outubro Rosa, que ganha força em órgãos públicos, escolas e unidades de saúde em todo o estado de Santa Catarina ao longo dos trinta dias do mês, busca justamente inverter essa lógica, lembrando que a prevenção e o diagnóstico precoce salvam vidas e devem ser prioridade em qualquer fase da carreira. Especialistas e representantes da área reforçam que o apoio institucional e a criação de redes de suporte dentro do ambiente escolar são fundamentais para que as profissionais possam enfrentar o tratamento com dignidade, sem que isso represente o apagamento de suas identidades e necessidades pessoais.

Fonte: Saúde SC

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