Investigação em Santa Catarina: Adolescente é suspeito de abuso sexual contra criança de 3 anos em Cocal do Sul Caso foi descoberto após familiares notarem lesões durante a troca de roupa da vítima; menor de 16 anos foi localizado pela Polícia Militar e teria confessado o ato. Uma criança de apenas 3 anos foi hospitalizada na última quarta-feira, no município de Cocal do Sul, no Sul de Santa Catarina, com suspeitas de ter sofrido violência sexual. Um adolescente de 16 anos está sob investigação policial por suspeita de envolvimento no caso, que agora mobiliza as autoridades locais e é tratado judicialmente como ato infracional análogo ao crime de estupro de vulnerável. De acordo com as informações apuradas pelas autoridades de segurança pública, o episódio ocorreu durante o período da manhã, momento em que a vítima estava sob os cuidados do adolescente. A situação veio à tona quando um familiar realizava a troca de roupa do menino e notou lesões corporais na região anal, o que motivou os pais a buscarem atendimento médico imediato em uma unidade de saúde da região. No atendimento hospitalar, a equipe médica realizou exames que identificaram sinais clínicos de irritação e a presença de sangue nas fezes da criança, confirmando a necessidade de acompanhamento médico e acionando os protocolos obrigatórios para casos de suspeita de violência contra menores. Diante dos indícios constatados no local, a Polícia Militar foi acionada para intervir e registrar a ocorrência. Conforme os dados divulgados pelo Jornal Razão, o adolescente suspeito foi localizado rapidamente pela guarnição policial durante as diligências e, no momento da abordagem, teria confessado a autoria do ato. A confissão preliminar foi registrada pelas autoridades e repassada para os órgãos competentes que acompanham o caso. O procedimento investigativo segue em andamento sob a responsabilidade da Polícia Civil de Santa Catarina, que deverá apurar todas as circunstâncias em que o crime teria ocorrido, bem como a dinâmica do tempo em que a criança permaneceu sob a responsabilidade do investigado. Por envolver menores de idade e se tratar de segredo de justiça inerente à proteção da infância, novos detalhes sobre o andamento das diligências e as medidas socioeducativas aplicáveis deverão ser mantidos em sigilo pelos órgãos de proteção.
Fonte: TNSul







