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Adolescente admite ter estuprado menino de 3 anos em SC após médico encontrar sangue nas fezes

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Adolescente admite ter estuprado menino de 3 anos em SC após médico encontrar sangue nas fezes

Adolescente confessa estupro de menino de 3 anos em Santa Catarina após atendimento médico Caso de extrema violência em Cocal do Sul veio à luz depois que profissionais de saúde identificaram sangramento e sinais de abuso durante exames de emergência. Um adolescente admitiu ter cometido um estupro contra um menino de apenas três anos de idade no município de Cocal do Sul, localizado na região Sul de Santa Catarina, em um caso que chocou a comunidade local e mobilizou as autoridades de segurança pública e proteção à infância. A descoberta do crime ocorreu de forma circunstancial, quando a criança deu entrada na emergência de um hospital da região apresentando fortes dores e sinais evidentes de violência sexual. Durante a avaliação médica, os profissionais identificaram a presença de sangue nas fezes do paciente, um indicativo crítico que motivou a realização de exames detalhados e o acionamento imediato dos protocolos obrigatórios para casos de suspeita de abuso infantil. Diante da gravidade do quadro clínico constatado pela equipe médica, os órgãos de proteção foram chamados para intervir e garantir a segurança da vítima. O Conselho Tutelar assumiu o acompanhamento integral tanto da criança quanto da mãe, oferecendo o suporte necessário diante da situação de extrema vulnerabilidade. A investigação conduzida pelas autoridades locais avançou rapidamente a partir do relato médico, culminando na identificação e na confissão do adolescente envolvido no ato infracional análogo ao crime de estupro de vulnerável. Os detalhes sobre a dinâmica do ocorrido e o grau de proximidade entre o adolescente e a vítima não foram divulgados para preservar a identidade do menor, conforme determinam as normas do Estatuto da Criança e do Adolescente. O caso segue sob rigorosa investigação das autoridades competentes no Sul catarinense, que agora apuram todas as circunstâncias que cercam o crime. Medidas legais cabíveis estão sendo adotadas em relação ao adolescente infrator, enquanto a vítima e seus familiares continuam recebendo atendimento especializado e acompanhamento dos órgãos de assistência social e proteção à infância.

Fonte: Jornal Razão

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