–:–:–
Conecte-se conosco

Depois de Criciúma, criminoso picha outra Estátua da Liberdade da Havan e Luciano Hang oferece R$ 10 mil

4 visualizações
Depois de Criciúma, criminoso picha outra Estátua da Liberdade da Havan e Luciano Hang oferece R$ 10 mil

Estátua da Liberdade da Havan é pichada pela segunda vez em Santa Catarina e Luciano Hang oferece recompensa Após episódio semelhante em Criciúma, monumento da rede de lojas sofre nova intervenção com frases de cunho político; empresário promete pagar R$ 10 mil por informações sobre o autor. Um novo ato de vandalismo contra os monumentos da rede de lojas Havan mobilizou as autoridades policiais e o empresário Luciano Hang, proprietário da marca. Uma das tradicionais Estátuas da Liberdade, símbolo característico das unidades da empresa, foi alvo de pichação na última semana, trazendo à tona uma escalada de episódios semelhantes de interferência política em estruturas comerciais no estado de Santa Catarina. Câmeras de segurança registraram a ação do criminoso, que utilizou tinta para escrever a frase “Sem anistia Lula 13” diretamente no pedestal da estrutura. Diante do ocorrido, Luciano Hang decidiu adotar uma postura enérgica e anunciou o oferecimento de uma recompensa financeira no valor de R$ 10 mil para quem fornecer informações precisas que levem à identificação e captura do responsável pelo ato de vandalismo. O caso ocorre em um intervalo de apenas dez dias após outro incidente de repercussão envolvendo monumentos da rede catarinense. No episódio anterior, registrado no município de Criciúma, a mesma estátua da Havan foi alvo de uma intervenção na qual uma bandeira com os dizeres “Lula tetra” foi pendurada na estrutura. A sequência de ocorrências tem gerado preocupação quanto à segurança patrimonial dos locais e à instrumentalização de espaços comerciais para manifestações político-partidárias de cunho agressivo ou ilegal. As imagens capturadas pelo circuito interno de monitoramento já estão em poder das autoridades de segurança pública, que conduzem as investigações para apurar a autoria dos danos ao patrimônio privado. A polícia analisa as gravações para tentar traçar a rota de fuga do suspeito e verificar se há conexões diretas entre os episódios registrados em diferentes cidades catarinenses. Especialistas em segurança e representantes do setor lojista apontam que a exposição de monumentos públicos e privados à polarização política exige reforço na vigilância e respostas rápidas do sistema de justiça para coibir novos abusos. A lei brasileira enquadra a pichação e a depredação de patrimônio como crimes contra o patrimônio, passíveis de punição com detenção e multa. Enquanto as diligências prosseguem, a expectativa gira em torno de que o repasse de denúncias anônimas, estimulado pela recompensa oferecida pela diretoria da Havan, acelere o desfecho das investigações policiais.

Fonte: Jornal Razão

Mais em Criciúma e região

Ver tudo →

Entrar

Cadastrar

Redefinir senha

Digite o seu nome de usuário ou endereço de e-mail, você receberá um link para criar uma nova senha por e-mail.