Luciano Hang reage a protesto contra escala 6×1 em estátua da Havan e dispara contra sindicalista Empresário catarinense criticou a instalação de uma faixa com críticas ao modelo de trabalho em réplica da Estátua da Liberdade localizada em Criciúma e defendeu o respeito à propriedade privada. Um protesto político realizado na réplica da Estátua da Liberdade instalada em uma unidade da rede de lojas Havan, em Criciúma, Santa Catarina, gerou forte reação do empresário Luciano Hang. O ato, que ocorreu recentemente, envolveu a colocação de uma bandeira com apelo pró-Lula e pautas voltadas para o fim da escala de trabalho 6×1, atraindo atenção nas redes sociais e repercussão no cenário político regional. A autoria da manifestação foi reivindicada publicamente por um sindicalista local, o que motivou uma resposta direta e inflamada do dono da varejista. Diante da repercussão do caso, Luciano Hang utilizou suas redes sociais e canais oficiais para repudiar a ação, acusando os responsáveis de desrespeito à propriedade privada. Em meio às declarações sobre o episódio em Criciúma, o empresário elevou o tom das críticas e disparou contra o autor da manifestação, afirmando de forma ríspida para o sindicalista ir para Cuba. A polêmica rapidamente mobilizou apoiadores e críticos de ambos os lados, intensificando o debate digital em torno das pautas trabalhistas e da liberdade de expressão versus o direito de propriedade. O embate entre o setor empresarial e os movimentos sindicais ganha novos contornos em meio às discussões nacionais sobre o fim da escala de trabalho 6×1, tema que tem mobilizado centrais sindicais e parlamentares em Brasília e em diversos estados brasileiros. A escolha da estrutura da Havan como suporte para o protesto visava dar visibilidade máxima à reivindicação, aproveitando a forte exposição visual do monumento às margens de vias de grande circulação em Criciúma. Enquanto os organizadores do ato defendem que a manifestação faz parte da luta legítima pelos direitos da classe trabalhadora e pela revisão das jornadas exaustivas, a direção da empresa e seus defensores argumentam que a invasão e o uso não autorizado de patrimônio privado configuram transgressão e vandalismo. Até o momento, as autoridades locais monitoram a repercussão do caso, enquanto o debate sobre os limites dos protestos políticos em espaços comerciais continua dividindo opiniões na internet e no meio político catarinense.
Fonte: Criciúma







