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Nikolas Ferreira publica colinha em Santa Catarina e deixa Carlos Bolsonaro de fora

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Nikolas Ferreira publica colinha em Santa Catarina e deixa Carlos Bolsonaro de fora

Eleições em Santa Catarina: Nikolas Ferreira divulga “colinha” e deixa Carlos Bolsonaro de fora da disputa ao Senado Deputado federal indicou Carol De Toni, deixou a segunda vaga em branco e escancarou racha na direita catarinense após atritos nos bastidores políticos O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) movimentou o tabuleiro político de Santa Catarina ao publicar em suas redes sociais a sua “colinha” eleitoral para o estado, surpreendendo aliados ao deixar o vereador carioca Carlos Bolsonaro (PL) completamente de fora da sua lista de preferências para o Senado Federal. Na imagem compartilhada pelo parlamentar mineiro, que é um dos principais nomes da nova direita nacional, a única indicação para a disputa ao Senado catarinense foi a da deputada federal Carol De Toni (PL). A segunda vaga disponível na chapa foi deixada em branco pelo influenciador digital, gerando forte repercussão nos bastidores da política estadual e repercutindo diretamente entre as lideranças conservadoras da região. A decisão de Nikolas Ferreira não ocorreu por acaso e reflete um cenário de divisões internas e disputas por espaço político no estado. A principal aliada do deputado mineiro em solo catarinense é a deputada estadual Ana Campagnolo, figura com quem Carlos Bolsonaro trava um embate público e de bastidores que já se arrasta por aproximadamente um ano. O confronto político entre o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro e o grupo liderado por Campagnolo tem acirrado os ânimos no estado e polarizado o eleitorado de direita. Ao escolher apoiar nominalmente apenas Carol De Toni e omitir o nome de Carlos Bolsonaro, Nikolas Ferreira optou por manter distância do fogo cruzado e evidenciou a complexidade das alianças partidárias em Santa Catarina para o pleito. A ausência do nome de Carlos Bolsonaro na recomendação de voto do deputado mineiro serve como um termômetro das correntes que disputam a hegemonia conservadora no estado. Enquanto a movimentação fortalece a base de Carol De Toni, o gesto também é interpretado por analistas políticos como um recado sutil sobre o peso das rivalidades locais nas articulações nacionais do Partido Liberal, cujos desdobramentos continuam a redesenhar o mapa político catarinense.

Fonte: Jornal Razão últimas notícias

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