–:–:–
Conecte-se conosco

Dazaranha volta ao Sul de SC, celebra 35 anos e fala da região que ajudou a impulsionar a banda

6 visualizações
Dazaranha volta ao Sul de SC, celebra 35 anos e fala da região que ajudou a impulsionar a banda

Dazaranha celebra conexão histórica com o Sul catarinense e reúne multidão na CocalFest Banda relembrou o apoio regional decisivo para sua projeção musical em noite que coincidiu com os 35 anos de emancipação de Cocal do Sul O retorno do Dazaranha aos palcos do Sul de Santa Catarina foi marcado por resgate histórico, celebração e casa cheia na noite de sexta-feira (25). A apresentação do tradicional grupo catarinense foi um dos momentos mais aguardados da programação da CocalFest, evento realizado em Cocal do Sul, e consolidou um encontro simbólico: a trajetória do conjunto musical e a própria história do município compartilham o marco de 35 anos. Momentos antes de subir ao palco montado na Rua Coberta, os integrantes da banda receberam profissionais de imprensa nos bastidores. Durante o bate-papo, ainda no clima pré-apresentação, o vocalista Moriel Costa fez questão de ressaltar a importância estratégica e afetiva que o público do Sul catarinense teve na projeção do Dazaranha, iniciada em 1991 na capital do estado. Segundo o músico, a recepção calorosa da região foi indispensável para que o trabalho ultrapassasse os limites de Florianópolis e ganhasse relevância em outros estados. Para Moriel, subir ao palco no município representa um momento de valorização e celebração da identidade sonora construída pelo grupo ao longo das últimas décadas. Ele destacou que o impulso inicial para alcançar o público de Santa Catarina e do Sul do Brasil teve origem direta no acolhimento proporcionado pelas cidades da região. Essa acolhida inicial estabeleceu uma relação duradoura com o território sul-catarinense. O vocalista enfatizou que o Dazaranha alcançou o patamar em que se encontra hoje em virtude do respaldo que recebeu dos municípios locais, que desde o início acreditaram e abriram espaço para o projeto de uma banda nascida em Santa Catarina. Mais de três décadas depois, essa reciprocidade continua garantindo plateias cheias e recepções calorosas. Mesmo com um histórico extenso de apresentações e uma carreira consolidada, o grupo revelou que a expectativa antes do espetáculo permanece inalterada. Moriel detalhou que o nervosismo pré-show continua sendo uma constante em sua rotina artística, funcionando como um combustível para o desempenho no palco. De acordo com o vocalista, sentir esse frio na barriga é parte essencial da entrega artística e do desejo de levar alegria aos fãs. Ele comparou a ausência dessa ansiedade a uma espécie de desvitalização criativa, explicando que os momentos imediatamente anteriores à entrada no palco são dominados por uma forte descarga de adrenalina e pela determinação de fazer o público comemorar e celebrar a vida por meio da música. A estrutura do evento também recebeu elogios por parte dos artistas. O vocalista mencionou a qualidade técnica encontrada no espaço, apontando as dimensões do palco, os recursos de iluminação e a sonorização como fatores que valorizam o espetáculo. Antes do show, os músicos tiveram um encontro institucional com o prefeito Ademir Magagnin, que recepcionou o grupo no local. A passagem do Dazaranha por Cocal do Sul ganhou ainda um significado especial devido a uma coincidência cronológica. Formada em 1991, a banda completará oficialmente 35 anos de estrada em 2026. Ao mesmo tempo, o município de Cocal do Sul comemora exatamente 35 anos de emancipação político-administrativa neste sábado (26), um dia após o show. A sincronicidade entre as datas não passou despercebida pelos músicos. Em tom descontraído durante a entrevista coletiva, Moriel comentou a harmonia entre as trajetórias, brincando que o nascimento da cidade e o surgimento do Dazaranha caminharam juntos no tempo, em um momento em que os astros parecem ter se alinhado para unir as duas comemorações no mesmo final de semana. Quando os músicos finalmente entraram em cena, encontraram a Rua Coberta completamente tomada pelo público. A apresentação foi a responsável por encerrar a programação de sexta-feira do evento, que atraiu grande público regional. Conforme os dados divulgados pelos organizadores da festa, mais de 10 mil pessoas circularam pelo recinto da CocalFest ao longo do dia. A movimentação popular havia começado muitas horas antes do início dos shows musicais da noite. Ainda no período da tarde, cerca de 800 idosos, vindos tanto de Cocal do Sul quanto de diversas cidades vizinhas, compareceram para prestigiar o Baile da Saudade, atividade que reuniu dança, confraternização e música típica. A programação também abriu espaço para discussões de interesse público. No início da noite, prefeitos da Associação dos Municípios da Região Carbonífera (Amrec) se reuniram no Museu de Cocal do Sul. O encontro serviu para que os chefes do Executivo municipal debatessem pautas conjuntas voltadas ao desenvolvimento das cidades da Região Carbonífera. Logo após encerrarem as deliberações no museu, os gestores públicos se deslocaram até a estrutura da Rua Coberta, onde integraram os atos da cerimônia oficial de abertura da XIII CocalFest e da II Festa do Colono e do Caminhoneiro. As festividades alusivas aos 35 anos de emancipação político-administrativa de Cocal do Sul prosseguem ao longo de todo o fim de semana com atrações gastronômicas, religiosas e artísticas. No sábado, as atividades se iniciam logo pela manhã e contam com o preparo da maior minestra, apresentações musicais variadas e a missa solene de aniversário do município. A noite de sábado será marcada pelo show nacional do cantor Lucas Lucco, previsto para as 23h30. Já no domingo (27), a agenda da CocalFest será finalizada com o show do grupo Tchê Barbaridade.

Fonte: Sul in Foco

Mais em Criciúma e região

Ver tudo →

Entrar

Cadastrar

Redefinir senha

Digite o seu nome de usuário ou endereço de e-mail, você receberá um link para criar uma nova senha por e-mail.