Foto: Redes Sociais
A família de Luana Leandro Sieglitz acompanha nesta quarta-feira (23), no Fórum da Comarca de Sombrio, uma audiência relacionada ao acidente que terminou com a morte da jovem em Balneário Gaivota. Quase três anos depois, os familiares esperam respostas sobre as circunstâncias da colisão.
O acidente aconteceu em 27 de novembro de 2023, na Avenida Beira-Mar, no bairro Santa Fé. Luana, que era menor de idade na época, conduzia uma motocicleta quando se envolveu em uma colisão com uma caminhonete.
Segundo o relato da família, a caminhonete teria cortado a frente da motocicleta, provocando o acidente. Luana sofreu ferimentos graves, recebeu atendimento do Corpo de Bombeiros e foi transportada pelo helicóptero do Saer/Sarasul ao Hospital São José, em Criciúma, mas não resistiu.
Além de buscar a responsabilização pelo acidente, a mãe de Luana faz questionamentos sobre a condução das investigações na época. Ela afirma que provas e documentos relacionados ao caso teriam desaparecido do processo e relata que manteve cópias de materiais que considera importantes para a apuração.
A mãe também alega existir uma relação de parentesco entre uma pessoa que teria participado da investigação e a mulher envolvida no acidente. Essas afirmações são relatos da mãe de Luana e não há, até o momento, confirmação independente apresentada sobre eventual desaparecimento de provas, irregularidade na investigação ou favorecimento.
A audiência desta quarta-feira é vista pela família como mais uma etapa na tentativa de esclarecer o que aconteceu naquela noite e obter uma resposta judicial para o caso.
Desde a morte de Luana, os familiares afirmam que mantêm a mobilização por Justiça e esperam que as circunstâncias da colisão e os questionamentos levantados ao longo do processo sejam devidamente esclarecidos.
Fonte: Sul in Foco







