A história da imprensa brasileira guarda episódios dramáticos de violência contra comunicadores que desafiaram o poder estabelecido. Em 1927, o jornalista Crispim Mira foi baleado no interior da redação do jornal “Folha Nova”, falecendo duas semanas e meia após o atentado que chocou o país.
O atentado na redação
A agressão mortal contra o profissional de comunicação ocorreu em decorrência direta de seu trabalho investigativo. O crime foi uma represália violenta a uma série de reportagens incisivas que expuseram esquemas de corrupção envolvendo contratos de ampliação do porto de Florianópolis.
Luta e morte
Após ser atingido pelos disparos dentro do próprio ambiente de trabalho, o jornalista resistiu aos ferimentos por 16 dias antes de falecer. O caso entrou para a história nacional como um dos maiores símbolos da resistência e do alto preço pago pelo jornalismo investigativo na defesa do interesse público.
Fonte: ndmais.com.br







