Brasil é dominado pela Nigéria e perde vaga na final da Copa do Mundo Feminina Sub-17 Seleção brasileira sofre revés por 3 a 1 nesta quarta-feira (4), em Rabat, no Marrocos, e agora disputa a terceira posição do torneio mundial contra a Coreia do Norte. O sonho do título inédito para o futebol de mulheres do Brasil na Copa do Mundo Feminina Sub-17 foi adiado mais uma vez nesta quarta-feira (4), após a derrota da seleção brasileira por 3 a 1 para a Nigéria. A partida semifinal foi disputada no campo três do Complexo de Futebol Mohammed VI, na capital marroquina, Rabat, sacramentando o domínio absoluto das africanas ao longo dos noventa minutos. Com o resultado, a equipe verde e amarela repete a campanha de destaque, mas vê escapar a chance de disputar a taça principal. Esta foi apenas a segunda vez que o Brasil alcançou as semifinais do torneio da categoria, disputado desde 2008. No ano passado, também em solo marroquino, a equipe canarinho havia chegado entre as quatro melhores de maneira inédita, sendo superada na ocasião pela Coreia do Norte, que viria a conquistar o título mundial. Apesar da derrota na semifinal, a seleção brasileira ainda tem a oportunidade de superar a campanha obtida em 2025. Neste sábado (7), às 13h no horário de Brasília, o Brasil entra em campo para enfrentar justamente as norte-coreanas na disputa pelo terceiro lugar, no campo dois do Complexo Mohammed VI. No ano passado, a participação brasileira terminou na quarta colocação após um revés para o México na disputa por pênaltis. Enquanto o Brasil busca o pódio, a Nigéria avança para a grande decisão do torneio. No mesmo sábado, às 15h30, as africanas encaram a seleção do Japão no Estádio Olímpico de Rabat em busca de uma conquista inédita. Do outro lado, as asiáticas, que ergueram a taça de campeãs em 2014 na Costa Rica, lutam pelo segundo título de sua história na categoria sub-17. Em campo, a superioridade nigeriana ficou evidente desde o apito inicial, mas o placar permaneceu em branco na etapa inicial graças a uma atuação inspirada da goleira Nathy, que sustentou o empate parcial para o Brasil. No entanto, o volume de jogo e a pressão da seleção africana se transformaram em gols eficientes no segundo tempo da partida. O marcador foi aberto aos dez minutos da etapa complementar, quando Oluwakemi Adegbuyi invadiu a área com liberdade para finalizar. Embora o chute não tenha saído com total precisão, a atacante Queen Joseph apareceu livre nas costas da zaga brasileira para empurrar a bola para o fundo das redes. O segundo gol da Nigéria veio aos 25 minutos, construído pelos pés da meia Awawu Bashiru. Acionada por Joseph pela esquerda, quase na entrada da área, Bashiru tentou o cruzamento, mas a trajetória da bola acabou surpreendendo e encobrindo a goleira Nathy, morrendo no fundo do gol brasileiro. Com o controle total das ações, a própria Bashiru ampliou a vantagem aos 34 minutos, coroando uma excelente troca de passes que desmontou completamente o sistema de marcação do Brasil. A reação brasileira começou tardiamente, aos 43 minutos da etapa final, com um gol de Greise. A jogada nasceu da parceria entre duas revelações da Ferroviária, quando a lateral Yasmin Queiroz fez um cruzamento preciso pela direita para a atacante, que completou de cabeça para o gol. No entanto, o relógio jogava contra e não havia mais tempo hábil para buscar uma reviravolta no placar em Rabat.
Fonte: Últimas notícias agência Brasil







