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Brasil fica de fora e Paraguai fecha acordos com os EUA para entrar no ‘Escudo das Américas’ e em megaprojeto que acelera IA

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Brasil fica de fora e Paraguai fecha acordos com os EUA para entrar no ‘Escudo das Américas’ e em megaprojeto que acelera IA

Paraguai fecha acordos com os EUA para integrar “Escudo das Américas” e projeto de IA com energia de Itaipu, enquanto Brasil fica de fora Enquanto o governo brasileiro permanece ausente da iniciativa, o Paraguai garantiu parcerias estratégicas com os Estados Unidos para cooperação em tecnologia de ponta, inteligência artificial e segurança pública. O governo paraguaio firmou acordos diplomáticos e tecnológicos de grande impacto com os Estados Unidos, garantindo a entrada do país sul-americano no chamado “Escudo das Américas” e em um megaprojeto voltado para a aceleração de inteligência artificial, deixando o Brasil de fora das negociações iniciais. A aliança estratégica entre Assunção e Washington foi oficializada para estreitar a cooperação bilateral em áreas sensíveis como tecnologia avançada, inteligência artificial e o combate conjunto ao crime organizado transnacional. Entre os pontos centrais da parceria, o projeto tecnológico prevê a implementação de uma infraestrutura robusta, incluindo a criação de um centro de dados de última geração que será diretamente alimentado pela energia gerada na Usina Hidrelétrica de Itaipu. A exclusão do Brasil das tratativas econômicas e tecnológicas surpreende especialistas em geopolítica sul-americana, visto que o território brasileiro compartilha a gestão da usina binacional de Itaipu e historicamente exerce papel central em acordos de integração regional. Com os novos pactos, o Paraguai busca se consolidar como um polo tecnológico regional na América Latina, atraindo investimentos norte-americanos e fortalecendo sua infraestrutura digital e de segurança institucional. Do ponto de vista estratégico, a entrada no “Escudo das Américas” representa um alinhamento significativo do Paraguai com as diretrizes de segurança e defesa promovidas pelos Estados Unidos no continente. A iniciativa visa blindar fronteiras, otimizar o compartilhamento de inteligência contra organizações criminosas e estabelecer marcos regulatórios e operacionais alinhados aos interesses norte-americanos na região. Já o componente de inteligência artificial e o novo centro de dados buscam transformar o perfil econômico paraguaio, aproveitando a abundância e o excedente energético da hidrelétrica binacional para sustentar a alta demanda computacional exigida por servidores de grande porte e projetos de machine learning. Até o momento, autoridades brasileiras não se pronunciaram oficialmente sobre os motivos da ausência do país nos acordos firmados entre os governos paraguaio e norte-americano.

Fonte: Polícia SC

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