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Bispo pede ajuda para reconstruir igreja em Treze de Maio

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Bispo pede ajuda para reconstruir igreja em Treze de Maio

Igreja destruída por incêndio em Treze de Maio: bispo pede ajuda para reconstrução do templo Templo da Paróquia São José teve o teto destruído após o fogo registrado no dia 11; Diocese de Tubarão busca recursos com fiéis e seguro para erguer nova estrutura. A comunidade católica de Treze de Maio, no Sul de Santa Catarina, mobiliza esforços para erguer novamente a Igreja Matriz São José, cuja estrutura foi completamente destruída por um incêndio no último domingo, dia 11 de fevereiro. Diante da gravidade dos danos, que tornam impossível a recuperação do prédio histórico, o bispo da Diocese de Tubarão, Dom Adilson Busin, esteve no local na última terça-feira (20) e gravou um apelo público em vídeo para arrecadar doações financeiras destinadas à reconstrução do templo. O incêndio que devastou a igreja ocorreu logo após a celebração da missa das 8h30, surpreendendo moradores e fiéis. A intensidade das chamas exigiu uma força-tarefa coordenada pelo Corpo de Bombeiros, que mobilizou equipes de combate a incêndio vindas dos municípios de Tubarão, Criciúma, Morro da Fumaça e Jaguaruna. Apesar da violência do fogo, que provocou o desabamento do teto e comprometeu severamente a integridade estrutural da edificação, o incidente não deixou feridos. Em sua visita à estrutura afetada, Dom Adilson Busin enfatizou a necessidade de união entre os católicos e toda a sociedade que deseje colaborar com o projeto da nova matriz. Conforme as informações divulgadas pela administração paroquial, os danos materiais são irreversíveis, descartando qualquer possibilidade de reforma aproveitando as paredes ou partes remanescentes do antigo prédio, o que demanda a execução de um projeto totalmente novo. Para viabilizar os custos da reconstrução, que exigirá investimentos expressivos, a comunidade religiosa conta não apenas com a solidariedade da população por meio de doações espontâneas, mas também com o respaldo financeiro da cobertura securitária. A apólice contratada pela paróquia deverá auxiliar no custeio das obras, embora o montante exato e o cronograma para o início dos trabalhos ainda dependam de avaliações técnicas e da liberação dos recursos complementares arrecadados pela campanha diocesana.

Fonte: TNSul

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