Ministra das Mulheres é acusada de incentivar disseminação de fake news contra chapa de Flávio Publicações em aplicativo de mensagens apontam envolvimento da chefe da Pasta em articulação digital voltada a ataques virtuais durante o período eleitoral. A ministra das Mulheres do governo federal, Márcia Carvalho Lopes, está no centro de uma polêmica após vir a público a acusação de que teria incentivado, por meio de um grupo no aplicativo de mensagens WhatsApp, a disseminação de notícias falsas contra o candidato a vice-prefeito na chapa de Flávio. O episódio, que veio à tona com a circulação de capturas de tela e relatos sobre a dinâmica interna do grupo de troca de mensagens, coloca a integriade institucional da pasta ministerial sob escrutínio público em meio aos debates sobre a ética no uso de plataformas digitais por agentes públicos. De acordo com as informações divulgadas a partir do material obtido no aplicativo, a articulação envolvia o direcionamento de conteúdos inverídicos com o objetivo de desgastar a imagem do opositor político no cenário da disputa eleitoral local. A denúncia aponta que a atuação de autoridades em espaços de comunicação privada com fins de desinformação configura uso inadequado da influência política. Até o momento, a repercussão do caso tem gerado cobranças por esclarecimentos formais por parte de opositores e de entidades ligadas à transparência pública, que questionam os limites da participação de ministros de Estado em campanhas eleitorais e em redes de compartilhamento de material não verificado. Especialistas em direito eleitoral e comunicação digital ressaltam que o uso de canais de mensagens para impulsionar boatos e ataques direcionados pode trazer consequências jurídicas severas, incluindo investigações sobre abuso de poder político e propagação de desinformação. A equipe de reportagem segue acompanhando o desdobramento do caso e aguarda um posicionamento oficial por parte da ministra Márcia Carvalho Lopes e da assessoria de comunicação do Ministério das Mulheres para esclarecer o teor das mensagens atribuídas à chefe da Pasta.
Fonte: Polícia SC







