–:–:–
Conecte-se conosco

Mãe deixa criança pisar no banco e motorista de aplicativo de Palhoça dispara: “Tem que andar de carroça”

2 visualizações
Mãe deixa criança pisar no banco e motorista de aplicativo de Palhoça dispara: “Tem que andar de carroça”

Conflito entre motorista de aplicativo e passageira em Palhoça gera debate sobre transporte urbano e respeito às normas Gravação da primeira corrida do dia em Santa Catarina expõe atrito após criança sujar o estofado do veículo, reabrindo a discussão sobre limites e civilidade entre motoristas e usuários. Uma corrida de aplicativo na cidade de Palhoça, na Grande Florianópolis, transformou-se em um caso de repercussão regional após um desentendimento entre um motorista parceiro e uma passageira. O incidente ocorreu durante o primeiro atendimento do dia do condutor Fernando Ventura, quando uma criança foi autorizada pela mãe a pisar no banco do automóvel. A situação culminou em uma discussão gravada pelo próprio motorista, que disparou críticas severas à postura dos usuários e à falta de cuidado com o veículo de trabalho, afirmando que passageiros com aquele comportamento deveriam “andar de carroça”. O episódio evidencia um debate recorrente no setor de mobilidade urbana sobre o equilíbrio entre a prestação de serviços por aplicativo e a preservação do patrimônio dos motoristas, que frequentemente utilizam veículos financiados ou próprios como principal ferramenta de subsistência. No vídeo que circulou amplamente, Ventura expressa sua indignação ao constatar que o estofado do carro recém-higienizado havia sido marcado por calçados infantis. Para o motorista, o respeito ao espaço de trabalho é fundamental, justificando a reação enérgica diante do que considerou uma falta de zelo por parte dos responsáveis pela criança. O caso gerou divisão de opiniões entre usuários de plataformas de transporte e os próprios motoristas parceiros na região metropolitana. Enquanto profissionais da categoria apoiam a postura de defesa do patrimônio e cobram maior conscientização de pais e responsáveis, parte dos passageiros questiona o tom adotado na abordagem e os limites da comunicação durante uma corrida. Até o momento, as empresas de transporte por aplicativo envolvidas não emitiram notas oficiais sobre o episódio específico em Palhoça, mas regulamentos internos de plataformas costumam estabelecer diretrizes de boa convivência e respeito mútuo tanto para condutores quanto para passageiros. A repercussão do caso em Palhoça reforça a tensão cotidiana vivida por motoristas de aplicativo em Santa Catarina, que lidam frequentemente com desgaste de veículos e divergências sobre regras de uso durante as viagens urbanas. Especialistas em mobilidade apontam que episódios como este escancaram a necessidade de campanhas educativas contínuas sobre etiqueta no transporte remunerado privado, visando a minimizar conflitos e garantir um ambiente seguro e respeitoso para adultos e crianças em trânsito pelas cidades catarinenses.

Fonte: Jornal Razão últimas notícias

Mais em Santa Catarina

Ver tudo →

Entrar

Cadastrar

Redefinir senha

Digite o seu nome de usuário ou endereço de e-mail, você receberá um link para criar uma nova senha por e-mail.