Operação policial em Santa Catarina resulta em prisões por fraude em monitoramento eletrônico Ação coordenada pelas autoridades de segurança pública cumpre mandados e flagra descumprimento de medidas cautelares, além de autuar suspeita por tráfico de drogas no estado. Uma operação policial deflagrada em Santa Catarina para combater suspeitas de fraudes no sistema de monitoramento eletrônico por tornozeleiras resultou em prisões e revelou novos desdobramentos criminais no estado. A ação, que mobilizou equipes de segurança para fiscalizar o cumprimento de ordens judiciais, terminou com a captura de quatro investigados que haviam descumprido deliberadamente as condições impostas para o uso dos dispositivos de vigilância. Durante as diligências realizadas pelas autoridades policiais, o cerco aos alvos que burlavam o monitoramento também levou a desdobramentos inusitados em campo. No decorrer da operação, uma mulher foi presa em flagrante sob a suspeita de envolvimento com o crime de tráfico de drogas, ampliando o escopo das autuações registradas pelas equipes de segurança durante o cumprimento das ordens judiciais. O uso de tornozeleiras eletrônicas é uma medida cautelar alternativa à prisão preventiva amplamente aplicada pelo sistema de justiça brasileiro, destinada a detentos que cumprem pena em regime aberto, semiaberto ou que aguardam julgamento sob certas restrições de circulação. A integridade desses equipamentos é fundamental para garantir a eficácia da persecução penal e a segurança da sociedade, tornando qualquer tentativa de violação ou fraude um agravante severo para a situação jurídica dos monitorados. Com o encerramento desta etapa da operação, os quatro investigados que romperam ou fraudaram as condições de uso dos equipamentos foram conduzidos de volta ao sistema prisional, onde deverão responder pelo descumprimento das ordens judiciais. Paralelamente, a mulher detida por suspeita de tráfico de drogas foi encaminhada à delegacia competente para a lavratura do flagrante e realização dos procedimentos legais cabíveis, enquanto as investigações prosseguem para identificar eventuais redes de apoio às fraudes nos dispositivos de monitoramento.
Fonte: Jornal Razão últimas notícias







