Crise no campo: Carlos Bolsonaro critica importação de leite argentino em SC e aponta concorrência desleal Eleito senador por Santa Catarina, o parlamentar classificou a entrada do produto vizinho mais barato no mercado nacional como prática ilegal e prometeu cobrar ações do governo federal em defesa dos produtores locais. O senador eleito por Santa Catarina, Carlos Bolsonaro, posicionou-se fortemente contra a importação de leite argentino mais barato para o território brasileiro, apontando o que chamou de prática ilegal e concorrência desleal que prejudica diretamente os produtores catarinenses. Durante pronunciamento recente, o parlamentar criticou o impacto negativo da entrada de lácteos do país vizinho no mercado interno e assumiu o compromisso de pressionar o governo federal por medidas enérgicas para proteger a cadeia produtiva do estado. O setor leiteiro em Santa Catarina tem enfrentado turbulências significativas devido à disparidade de preços provocada pela chegada do produto importado, cenário que motivou o início de investigações oficiais sobre o caso ainda no ano de 2024. A entrada de mercadorias estrangeiras a custos reduzidos afeta a margem de lucro dos agricultores locais, que alegam dificuldades para competir com os valores praticados pelos vizinhos sul-americanos e cobram maior rigor fiscal nas fronteiras. Diante do quadro de insatisfação generalizada entre os produtores rurais, o parlamentar destacou que a situação ultrapassa os limites da livre concorrência comercial e configura um cenário prejudicial à economia regional. Segundo o senador eleito, a fiscalização sobre a entrada desses produtos precisa ser intensificada pelos órgãos competentes para evitar o enfraquecimento de uma das atividades mais importantes para a agricultura familiar e o agronegócio catarinense. A promessa de levar o caso ao centro das discussões em Brasília eleva a pressão sobre a gestão federal para que sejam adotadas barreiras comerciais ou ajustes regulatórios que garantam equidade ao mercado interno. Produtores e cooperativas do setor aguardam desdobramentos práticos das promessas de fiscalização e apoio institucional, enquanto o debate sobre a soberania alimentar e a proteção da produção nacional ganha força no cenário político do estado.
Fonte: Polícia SC







