Flávio Bolsonaro questiona votação de Lula em Santa Catarina e aponta suposta incongruência matemática Em vídeo gravado nos Estados Unidos, senador destaca o crescimento expressivo do atual presidente entre o primeiro e o segundo turno no estado catarinense e levanta dúvidas sobre o resultado das urnas. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) questionou publicamente a lisura da votação expressiva obtida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no estado de Santa Catarina durante o segundo turno das eleições presidenciais. Em um vídeo gravado diretamente dos Estados Unidos, o parlamentar alegou que os números apresentados pelo petista no estado sulista apresentam uma evolução que, em sua visão, desafia a lógica estatística, afirmando que o crescimento da votação não fecha matematicamente. De acordo com as declarações do filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro, o atual chefe do Executivo federal teria crescido cerca de três vezes mais do que ele próprio em termos comparativos no território catarinense, considerando a variação de votos computados entre o primeiro e o segundo turno do pleito. Para o senador, a curva de crescimento apresentada pelas urnas em Santa Catarina destoa do comportamento eleitoral tradicional da região, tradicionalmente marcada por uma forte inclinação à direita e ao bolsonarismo. A manifestação repercutiu rapidamente nos meios políticos e gerou debates nas redes sociais, alinhando-se ao discurso de cautela e questionamento sobre o processo eletrônico de votação frequentemente adotado por alas do Partido Liberal. A gravação foi divulgada em meio a uma série de agendas e pronunciamentos de figuras da oposição no exterior, mantendo em evidência as contestações sobre os resultados que definiram a disputa presidencial brasileira. Santa Catarina foi um dos estados onde o ex-presidente Jair Bolsonaro obteve algumas de suas maiores vantagens percentuais sobre o adversário, mas a margem e a movimentação de votos no segundo turno tornaram-se alvo de análises por parte de parlamentares oposicionistas. Até o momento, as autoridades eleitorais reforçam a segurança, a transparência e a auditabilidade do sistema de votação brasileiro, que passou por todas as etapas de checagem previstas na legislação antes da homologação oficial dos resultados.
Fonte: Jornal Razão últimas notícias







