Paciente que perdeu o braço e dependia de aparelhos volta a caminhar após três meses na UTI em Santa Catarina Internado em estado grave no Hospital Governador Celso Ramos, em Florianópolis, homem surpreende equipe médica com recuperação após acidente de moto registrado em agosto. Após enfrentar quase três meses internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Governador Celso Ramos (HGCR), em Florianópolis, um homem que sofreu um grave acidente de moto em agosto e precisou de aparelhos para respirar voltou a caminhar. A recuperação considerada atípica mobilizou a equipe multidisciplinar da unidade de saúde da capital catarinense e marcou uma reviravolta drástica no prognóstico inicial do paciente. Identificado como Renato Eufrásio, o paciente deu entrada no hospital público após o acidente de trânsito que resultou na amputação de um de seus braços. Devido à gravidade dos traumas e à insuficiência respiratória aguda decorrente da batida, ele foi submetido a ventilação mecânica invasiva e permaneceu sob cuidados intensivos contínuos, lutando pela sobrevivência ao longo de semanas críticas. A complexidade do quadro clínico exigia suporte tecnológico avançado e monitoramento constante por parte dos profissionais de saúde do complexo hospitalar localizado na Grande Florianópolis. A perda do membro superior somada à falência temporária das funções respiratórias colocava o caso entre os de maior risco de morbidade na unidade durante o período. Contudo, o quadro de saúde começou a apresentar sinais de reversão com o desmame gradual dos equipamentos de suporte à vida e a reabilitação motora precoce iniciada no leito. A reestruturação física e a resposta neurológica do paciente superaram as expectativas iniciais estabelecidas pelo corpo clínico responsável pelo atendimento no hospital catarinense. Profissionais que acompanharam o caso desde o momento da admissão destacam que a superação de um período tão prolongado em leito de UTI, somada à reaquisição da capacidade de locomoção, representa um marco no tratamento de traumas severos na rede pública de saúde. A evolução clínica agora abre caminho para as próximas etapas de reabilitação e reintegração social do paciente.
Fonte: Polícia SC







