–:–:–
Conecte-se conosco

Em 2002, o Brasil tinha renda por habitante maior que a de 14 países que hoje estão à frente: da China à Geórgia, da Tailândia à Guiana

2 visualizações
Em 2002, o Brasil tinha renda por habitante maior que a de 14 países que hoje estão à frente: da China à Geórgia, da Tailândia à Guiana

PIB per capita do Brasil: país perdeu posição para China e outros 13 países desde 2002 Enquanto a renda média do brasileiro cresceu 40% nas últimas décadas, nações como Geórgia, Tailândia e Guiana registraram saltos exponenciais na economia e ultrapassaram o mercado nacional. Há pouco mais de duas décadas, o Brasil ostentava uma renda por habitante superior à de 14 países que, atualmente, conseguiram superar o patamar econômico brasileiro. O levantamento histórico evidencia que, embora o PIB per capita do Brasil tenha registrado um crescimento de 40% desde 2002, o ritmo de expansão econômica de nações como China, Geórgia e Tailândia foi significativamente mais acelerado no mesmo período. O fenômeno da perda de posições no ranking global de renda per capita reflete a dinâmica de desenvolvimento de diferentes mercados internacionais ao longo do século XXI. Enquanto o Brasil caminhava com um ritmo moderado de avanço na produção de riquezas por cidadão, economias emergentes asiáticas, do leste europeu e da América do Sul implementaram ciclos de crescimento muito mais robustos, impulsionados por fatores industriais, tecnológicos e de exploração de recursos naturais. O caso mais emblemático dessa transformação é o da China. A potência asiática, que figurava atrás do Brasil em termos de renda média por habitante em 2002, experimentou um boom econômico sem precedentes históricos nas décadas seguintes. Com políticas agressivas de industrialização, investimentos massivos em infraestrutura e expansão vertiginosa das exportações, o gigante asiático não apenas superou o Brasil, como se consolidou como uma das maiores forças econômicas do planeta. Além da China, o grupo de 14 nações que ultrapassaram o Brasil inclui economias de perfis variados, como a Geórgia e a Tailândia. O avanço desses países demonstra como nações que antes possuíam indicadores sociais e econômicos inferiores ou equivalentes aos brasileiros conseguiram reverter o cenário por meio de reformas estruturais, atração de investimentos estrangeiros e forte dinamismo produtivo. Especialistas em economia apontam que, para além do crescimento percentual de 40% obtido pelo Brasil desde 2002, o grande diferencial que permitiu a ultrapassagem por esses 14 países foi a constância e a velocidade da expansão de suas riquezas internas. Enquanto o mercado brasileiro enfrentou períodos de estagnação, crises políticas e baixos índices de produtividade da indústria e da mão de obra, os concorrentes globais mantiveram trajetórias de alta mais consistentes. A reconfiguração do ranking internacional de PIB per capita serve como termômetro das desigualdades de ritmo na economia globalizada. A perda de posições do Brasil para nações da Europa Oriental, Ásia e América do Sul recoloca no centro do debate econômico a necessidade urgente de retomar o crescimento sustentado, ampliar a produtividade interna e estimular setores estratégicos capazes de elevar a renda média da população a patamares competitivos no cenário mundial.

Fonte: Economia SC

Mais em Economia

Ver tudo →

Entrar

Cadastrar

Redefinir senha

Digite o seu nome de usuário ou endereço de e-mail, você receberá um link para criar uma nova senha por e-mail.