Gustavo Gayer evita comentar carta de Flávio Bolsonaro e alega risco de criminalização de opiniões Em entrevista exclusiva ao portal ND Mais, o senador eleito por Goiás, Gustavo Gayer, alinhado ao Partido Liberal (PL), recusou-se a fazer avaliações sobre a recente carta na qual o senador Flávio Bolsonaro se autodeclara presidente do Brasil. O posicionamento de Gayer foi registrado após a repercussão nacional do documento divulgado pelo filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. Questionado pela reportagem sobre o teor e o impacto político da manifestação do colega de partido, o parlamentar goiano adotou cautela extrema e justificou o silêncio citando um suposto clima de insegurança jurídica em relação à liberdade de expressão no país. De acordo com o senador eleito, emitir qualquer juízo de valor sobre o episódio atual tornou-se uma atividade de risco no cenário político brasileiro. Na avaliação de Gayer, o país atravessa um momento em que expressar o que se pensa pode ser interpretado como conduta criminosa, o que justificaria sua reticência diante da imprensa. A declaração exclusiva ao ND Mais evidencia a tensão nos bastidores da legenda e o clima de vigilância entre aliados do PL diante de manifestações públicas consideradas sensíveis pelo Judiciário e por autoridades federais. A carta de Flávio Bolsonaro gerou debates intensos nos círculos políticos de Brasília e polarizou reações entre parlamentares da oposição e da base governista. Apesar da insistência da reportagem em obter uma análise sobre o posicionamento do aliado, Gayer manteve a negativa e encerrou o assunto, reforçando a tese de que prefere resguardar suas opiniões para evitar possíveis desdobramentos legais. O episódio reflete o atual momento de cautela adotado por figuras de destaque da direita brasileira na avaliação de atos e pronunciamentos de impacto nacional.
Fonte: Polícia SC







