Borracheiro compra caminhonete Hilux de R$ 110 mil pagando parte em moedas de R$ 1 e surpreende concessionária Vídeo do momento em que o cliente apresenta os sacos com milhares de moedas para quitar o veículo viralizou nas redes sociais, gerando grande repercussão entre internautas. Um borracheiro protagonizou uma negociação inusitada ao comprar uma caminhonete Toyota Hilux avaliada em R$ 110 mil utilizando, parte do pagamento, milhares de moedas de um real acumuladas ao longo de sua rotina de trabalho. A cena chamou a atenção não apenas pela quantidade de dinheiro trocado, mas também pelo desfecho da transação na concessionária, onde o próprio dono do estabelecimento optou por desistir da contagem exata das moedas diante do volume impressionante. A negociação envolveu uma estratégia financeira mista para atingir o valor total do veículo de luxo. O comprador utilizou outro veículo como parte da entrada do negócio e completou a quantia restante com o montante em espécie formado exclusivamente por moedas de R$ 1, que foram transportadas em diversos recipientes até o estabelecimento comercial. A situação inusitada rapidamente chamou a atenção de funcionários e clientes que estavam no local no momento da transação. Diante do desafio logístico de conferir manualmente cada uma das moedas para totalizar a quantia combinada, o proprietário da concessionária avaliou a situação e decidiu abrir mão da contagem tradicional. O gesto de confiança e a peculiaridade da cena foram registrados em vídeo por pessoas presentes na loja e, após serem compartilhados na internet, o conteúdo rapidamente viralizou nas redes sociais, acumulando milhares de visualizações e comentários sobre a persistência do borracheiro e a reação bem-humorada do vendedor. Negociações envolvendo pagamentos em dinheiro vivo e volumes expressivos de moedas costumam atrair a curiosidade do público, especialmente quando ocorrem na aquisição de bens de alto valor, como caminhonetes de média e grande porte. Embora a legislação brasileira estabeleça que o real é a moeda oficial de curso forçado para a quitação de obrigações, a recusa ou a aceitação de pagamentos em grandes quantidades de moedas fracionárias gera debates sobre a logística e a praticidade comercial, fatores que foram superados neste caso pelo acordo direto entre as partes envolvidas.
Fonte: Economia SC







