Dia Nacional da Vacinação: Santa Catarina supera metas em imunizantes essenciais, mas reforça alerta para caderneta em dia Estado registra índices expressivos na proteção infantil e de gestantes, com destaque para a tríplice viral e a dTpa, enquanto autoridades em saúde pública reforçam a necessidade de checar doses pendentes em todas as idades. Celebrado nesta quinta-feira (17), o Dia Nacional da Vacinação coloca em evidência os bons resultados obtidos por Santa Catarina na cobertura de imunizantes essenciais para a proteção individual e coletiva. Dados divulgados pela Secretaria de Estado da Saúde (SES) apontam que o território catarinense mantém indicadores expressivos em diferentes faixas etárias, embora reforce a necessidade de constante vigilância por parte da população para evitar o retorno de doenças já controladas. A data serve como um lembrete fundamental sobre o papel da vacinação na prevenção de enfermidades, na redução de complicações graves e na salvação de vidas. Segundo a pasta estadual, manter a caderneta de vacinação atualizada é uma responsabilidade que atravessa todas as fases da vida, englobando desde recém-nascidos e crianças até adolescentes, adultos, gestantes e idosos, sempre em conformidade com o calendário oficial e as condições de saúde de cada indivíduo. Para garantir a eficácia dessa barreira sanitária, o diretor de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina, João Augusto Fuck, destaca que a checagem regular da caderneta é indispensável. De acordo com o gestor, caso o cidadão identifique doses em atraso ou tenha dúvidas sobre o esquema vacinal, a orientação é procurar imediatamente a unidade de saúde mais próxima para receber as informações necessárias e colocar a imunização em dia, reforçando que a prática é uma das principais estratégias de saúde pública. No cenário catarinense, as estatísticas demonstram o engajamento da população em programas específicos, como no caso da imunização infantil. Para crianças menores de um ano e com um ano de idade, a recomendação estabelecida pelo Ministério da Saúde é alcançar uma cobertura que varie entre 90% e 95% para os imunizantes indicados para essa faixa etária. Entre os destaques positivos no estado está a vacina tríplice viral, responsável por proteger contra sarampo, caxumba e rubéola, que atingiu uma cobertura de 96,97%, superando com folga a meta estipulada de 95%. Outros imunizantes importantes também caminham perto do patamar ideal, embora ainda necessitem de avanço para alcançar a totalidade recomendada pelas autoridades sanitárias. A vacina contra a poliomielite registra atualmente 94,06% de cobertura no território catarinense. Já a vacina pentavalente, formulada para proteger contra difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e infecções causadas pela bactéria Haemophilus influenzae tipo b, marca 93,56%. Embora próximos da meta, os números evidenciam a importância de um esforço contínuo das famílias para fechar o ciclo de proteção dos pequenos. O cuidado com a imunização também se estende de maneira rigorosa ao período gestacional, atuando como um escudo protetor tanto para a mãe quanto para o bebê contra patologias que possam desencadear complicações severas. Nesse segmento, Santa Catarina apresenta marcas expressivas que superam largamente os patamares exigidos pelos órgãos federais. A cobertura da vacina dTpa, que protege contra difteria, tétano e coqueluche em gestantes, alcança 98,18% no estado, superando com ampla margem a meta mínima de 80%. No mesmo sentido, a vacinação direcionada contra o vírus sincicial respiratório durante a gravidez, fundamental na prevenção de quadros graves de infecções respiratórias e da bronquiolite em recém-nascidos, registra 88,20% de cobertura entre as catarinenses, ficando igualmente acima da meta estipulada de 80%.
Fonte: noticias sc







