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“Decisão da Presidência”, diz Alcolumbre ao ser questionado pela direita por adiar PEC da Segurança

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“Decisão da Presidência”, diz Alcolumbre ao ser questionado pela direita por adiar PEC da Segurança

PEC da Segurança: Alcolumbre assume responsabilidade por adiamento e rebate pressão da oposição Líder da oposição no Senado, Rogério Marinho questionou se a suspensão da pauta teria sido um pedido do Palácio do Planalto, mas o parlamentar afirmou que a medida partiu exclusivamente da presidência da Casa A tramitação da Proposta de Emenda à Constituição conhecida como PEC da Segurança Pública enfrentou novos desdobramentos políticos nesta semana após o senador Davi Alcolumbre confirmar que a decisão de adiar a discussão da matéria partiu exclusivamente de seu gabinete, rechaçando qualquer interferência direta do Poder Executivo nas negociações legislativas em curso no Congresso Nacional. O episódio ocorreu quando o senador Rogério Marinho, que atua como líder da oposição e é filiado ao PL do Rio Grande do Norte, cobrou esclarecimentos públicos sobre os motivos que levaram à retirada temporária da proposta da pauta de votações prioritárias, levantando suspeitas nos bastidores de que o recuo pudesse ter sido motivado por uma solicitação formal do governo federal. Durante a sessão em que o tema foi debatido entre as lideranças partidárias, Alcolumbre negou de forma categórica que a suspensão tenha sido um pedido do Palácio do Planalto e assumiu integralmente o ônus político da medida, classificando o ato como uma decisão estritamente regimental da presidência diante do cenário de articulação política no Senado Federal. A cobrança feita pela bancada de oposição reflete o clima de alta sensibilidade em torno da proposta que busca redesenhar as competências de segurança pública no país, integrando ações entre União, estados e municípios, um tema que tem exigido extensos debates e negociações de bastidor entre os parlamentares para evitar impasses constitucionais e federativos. Com a confirmação de que o adiamento decorreu do juízo político da própria mesa diretora da Casa, o debate sobre o futuro da PEC da Segurança Pública permanece no centro das atenções de governistas e oposicionistas, que agora recalculam as rotas de negociação para viabilizar ou barrar os pontos mais polêmicos do texto nas próximas semanas de atividade legislativa em Brasília.

Fonte: Jornal Razão últimas notícias

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