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Campanha de Lula aciona TSE após post falso sobre comício na Paulista

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Campanha de Lula aciona TSE após post falso sobre comício na Paulista

TSE é acionado por campanha de Lula após fake news sobre comício na Avenida Paulista Coligação do candidato à reeleição aponta uso de imagens antigas e falsas associações a crimes para descredibilizar ato político em São Paulo e cobra remoção urgente de conteúdos nas redes sociais. A coligação do candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) protocolou neste domingo uma representação formal no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para solicitar a remoção imediata de postagens falsas e descontextualizadas sobre o comício realizado na Avenida Paulista, na capital paulista. Na petição encaminhada à Justiça Eleitoral, o Partido dos Trabalhadores acusa a campanha do candidato Flávio Bolsonaro (PL) e aliados de disseminarem desinformação nas redes sociais. O objetivo da estratégia investigada, segundo a acusação, seria vincular indevidamente imagens antigas de pessoas consumindo drogas aos militantes que participaram do ato político, além de atribuir falsamente episódios de vandalismo à legenda. De acordo com os dados apresentados na representação jurídica, o conteúdo falso foi impulsionado por figuras públicas e influenciadores digitais de destaque no cenário político nacional. Entre os citados pela campanha estão o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), os deputados eleitos Lucas Pavanato (PL-SP) e Rony de Assis Gebrial (Podemos-RS), além do influenciador Pablo Marçal. A investida digital alcançou ampla capilaridade nas plataformas online, ultrapassando a marca de um milhão de visualizações apenas na rede social Instagram, o que motivou o pedido de urgência protocolado pela defesa da coligação governista no tribunal. Diante do alcance expressivo da desinformação, a campanha de Lula requer que as postagens sejam integralmente apagadas das principais plataformas digitais no prazo máximo de 24 horas. O documento também exige que a Justiça proíba a veiculação de novas publicações com o mesmo teor idêntico para conter a propagação do material inverídico. Como medida coercitiva em caso de descumprimento da ordem judicial, a representação solicita a aplicação de multas direcionadas às empresas responsáveis, especificamente às gigantes da tecnologia Meta e X, antigo Twitter. O caso já tem relatoria definida na mais alta Corte Eleitoral do país e será julgado pelo ministro Marco Aurélio Belizze, que deverá analisar os pedidos liminares e o mérito da representação nos próximos dias.

Fonte: Últimas notícias agência Brasil

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