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Fraude e desvio de recursos em obra de escola leva à condenação de quatro pessoas e pagamento de R$ 1,4 milhão em SC

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Fraude e desvio de recursos em obra de escola leva à condenação de quatro pessoas e pagamento de R$ 1,4 milhão em SC

Condenação em Santa Catarina: Justiça pune fraude e desvio de verbas em obra escolar com pena milionária Quatro pessoas foram condenadas por desvio de recursos públicos e fraudes em contrato de ampliação de escola municipal em Taió, no Alto Vale do Itajaí Uma decisão judicial da Justiça de Santa Catarina resultou na condenação de quatro réus envolvidos em um esquema de fraudes e desvios de recursos públicos destinados à ampliação de uma escola municipal em Taió, cidade localizada no Alto Vale do Itajaí. A sentença impõe aos acusados o pagamento solidário de R$ 1,4 milhão aos cofres públicos, valor que deverá ser ressarcido para reparar os danos causados à administração municipal e à comunidade escolar afetada pela paralisação e pelas irregularidades na execução do projeto de infraestrutura educacional. O caso envolveu irregularidades graves na licitação e na execução contratual da obra de reforma e expansão da unidade de ensino, situada na região catarinense. De acordo com as investigações que embasaram a denúncia aceita pelo Poder Judiciário, o esquema criminoso contou com a participação coordenada dos réus para burlar processos legais de contratação pública, além de desviar verbas que deveriam ser integralmente aplicadas na melhoria da estrutura física da escola para atender aos estudantes locais. A sentença proferida pela Justiça catarinense determina não apenas a reparação financeira aos cofres públicos por meio da devolução da quantia milionária, mas também estabelece as sanções penais cabíveis aos envolvidos conforme o grau de participação em cada etapa da fraude investigada. A decisão reforça o rigor no combate à corrupção e ao desvio de dinheiro público em contratos voltados a setores essenciais, como a educação básica e a infraestrutura municipal no estado. As apurações conduzidas ao longo do processo demonstraram que o contrato administrativo sofreu alterações irregulares e pagamentos por serviços não executados ou executados de forma inadequada, configurando o prejuízo milionário ao erário de Taió. Com a conclusão desta etapa processual na instância de origem, os condenados ainda poderão apresentar recursos aos tribunais superiores, enquanto o Ministério Público e os órgãos de controle acompanham os trâmites para garantir a efetiva recuperação dos valores desviados em benefício da sociedade catarinense.

Fonte: Polícia SC

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