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Debate ao governo de SC tem ausência e embate de propostas

Candidatos confrontaram planos para saúde, ferrovias, contenção de cheias e o destino do Universidade Gratuita a poucos dias da votação.

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4oito

A corrida pelo comando do Executivo catarinense entrou em estágio decisivo com um confronto direto entre os concorrentes a 12 dias do pleito. Realizado em Florianópolis, o encontro expôs contrastes profundos de visão para o futuro do estado, reunindo propostas sobre gargalos históricos e duras cobranças em relação aos serviços públicos essenciais.

Ausência no confronto e foco na gestão estadual

Logo na abertura da transmissão, a não participação de Jorginho Mello pautou as intervenções dos adversários. O governador precisou reassumir o comando de Santa Catarina em meio aos impactos provocados pelas fortes chuvas no estado, justificando assim sua ausência. Sem a presença do mandatário no estúdio, o primeiro bloco concentrou fortes críticas à atual administração, com ênfase nas carências de infraestrutura e na condução das políticas públicas estaduais.

Saúde pública e combate a desastres climáticos

A atenção à rede hospitalar gerou grande polarização entre os postulantes ao governo. Entre as metas apresentadas, surgiram promessas que incluíram a entrega de dez novos hospitais e a descentralização do atendimento médico. A persistência das filas na saúde concentrou boa parte das contestações, demandando respostas ágeis para quem aguarda exames e cirurgias.

A vulnerabilidade climática de diversas regiões catarinenses também dominou os questionamentos. Os concorrentes cobraram celeridade em obras de prevenção contra enchentes e a ampliação expressiva de recursos voltados a evitar tragédias provocadas por eventos climáticos extremos.

Transporte ferroviário e políticas de inclusão

O desenvolvimento logístico gerou debates sobre a ampliação da malha ferroviária de Santa Catarina como alternativa estratégica de transporte e escoamento produtivo. Ao mesmo tempo, o enfrentamento à violência contra as mulheres esteve no centro de discussões que buscaram articular segurança e suporte social descentralizado.

No setor educacional, a continuidade e a viabilidade do programa Universidade Gratuita suscitaram divergências. Propostas alternativas provocaram embates intensos em torno do financiamento do ensino superior e do direcionamento do orçamento estadual.

Confrontos na reta final da disputa

O encerramento do encontro consolidou o tom combativo da campanha. Em meio a acusações de ‘improvisos’ e recriminações mútuas sobre a ‘velha política’, os candidatos reforçaram suas mensagens finais, buscando convencer os indecisos e demarcar com clareza as prioridades para os próximos quatro anos de governo em Santa Catarina.

Fonte: 4oito

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